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Cine-clube e Trevisan
PÓLIS EXIBE DEMÊNCIA

O Cineclube do Pólis realiza, no próximo dia 10 de maio (quarta-feira), a partir das 19 horas, a exibição de Filme Demência, de Carlos Reichenbach. A exibição será seguida por debate com a presença do Diretor e a entrada é franca. A atividade é desenvolvida pelo Laboratório de Desenvolvimento Cultural do FIC - Fórum Intermunicipal de Cultura e tem o apoio da Rede Mundial de Artistas em Aliança e do Conselho Nacional de Cineclubes. Segundo Luis Eduardo Tavares, do Cineclube do Pólis, a estratégia de realizar exibições seguidas por debate com os diretores das produções tem dado certo e as sessões tem contado com um público cada vez maior.
INFORMAÇÕES Cineclube Pólis Dia 10 de maio - 19h Filme Demência, de Carlos Reichenbach Entrada Franca. Instituto Pólis Rua Araújo, 124 (esquina com a Gal. Jardim, próximo ao Metro Republica) Vila Buarque Fone: 2174.6800 cultura@polis.org.br www.polis.org.br
CIDADÃO TREVISAN

O escritor, jornalista, cineasta e professor João Silvério Trevisan, a frente de seus livros publicados; Claudia Wonder e o vereador Carlos Giannazi entregam o título de "Cidadão Paulistano" ao homenageado; Carlos Reichenbach, no púlpito; o plenário da Câmara.
Fotos: Gustavo Ranieri/G Online http://gonline.uol.com.br/livre/gnews/gnews.asp?IdNews=3410
Escrito por Carlos Reichenbach às 13h37
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Avisos
TOQUES RÁPIDOS
os links do Reduto
Após alguns probleminhas com o provedor do site Olhos Livres, os links do REDUTO DO COMODORO já estão novamente à disposição dos leitores e fiéis:
http://www.olhoslivres.com/links.htm
Em breve, os endereços estarão sendo atualizados.
SESSÃO DUPLA DO COMODORO
As sessões deverão retornar a partir do mês de junho (dia 07), com as exibições de VISITANTE Q, de Miiki Takeshi, e GÓTICO, de Ken Russell.
A MINI-SÉRIE DO ANO
O canadense e ótimo diretor de filmes de ação, Christian Duguay, é outro que parece ter trocado definitivamente as produções das majors, sob o crivo (burro) dos agentes e executivos financeiros, pelo jogo rápido e mais econômico (e que aparentemente restitui uma maior liberdade aos técnicos que os executam) dos seriados e mini-séries de tv. Miton do Prado, do blog O OLHO DE OCHELAGA, deu a dica nos comentários do post sobre séries de tv, aqui no REDUTO. "Human Trafficking" é uma mini-série de 240 minutos sobre aliciamento e exploração internacional de escravas brancas. No elenco central: Mira Sorvino, Donald Sutherland e Robert Carlyle. Pelo trailer é possível perceber a qualidade da produção e a mão segura de Duguay. Resta esperar que alguma tv a cabo nativa não demore para colocar a mini-série no ar.
Veja o trailer: http://www.lifetimetv.com/movies/originals/humantrafficking.html
EM TEMPO: vale a pena ler os comentários recentes (e superlativos) de Milton do Prado sobre MARY, de Abel Ferrara e TRÊS ENTERROS, de Tommy Lee Jones. http://olhodehochelaga.zip.net/
MAIS UMA ÓTIMA ANÁLISE SOBRE BRASÍLIA 18%
A coluna semanal "Ponto de Fuga", no suplemento "MAIS!", da Folha de São Paulo, continua sendo leitura obrigatória. Na edição de domingo, Jorge Coli analisa O ALBERGUE, de Eli Roth - avalisando a opinião de Marcelo Carrard, do blog MONDO PAURA (http://mondopaura.zip.net/) - nos aguçando ainda mais a curiosidade a respeito deste estranho filme, e o filme de Nelson Pereira dos Santos, que tem dividido radicamente as opiniões. Como nem todo mundo tem acesso a FOLHA ON LINE, reproduzo abaixo a análise de Coli sobre o filme mais polêmico dos últimos anos. "O que fazem os figurões políticos com o dinheiro roubado? Que prazeres têm eles? A questão brota do filme "Brasília 18%", de Nelson Pereira dos Santos. Senadores e deputados surgem em público em estilo florido, parnasiano; na intimidade são grossos, boçais, gente que nenhum ser civilizado gostaria como conviva num jantar. Tudo, no poder, se resume ao dinheiro, ensina o diretor de "Rio 40". Carlos Alberto Riccelli, que passa seu tempo entre vivas e mortas, parece, ele próprio, meio zumbi. Na verdade, todos ali, que vão e que vêm naqueles carros pretos e funéreos, têm algo de mortos-vivos. Talvez não seja mera coincidência que um personagem se chame Georgesand Romero... É bem possível que o único prazer na política, tão forte, seja ganhar, ganhar e ganhar; roubar para ganhar. Um prazer de jogadores, que passam o tempo armando arapucas para adversários e inimigos. Fora disso, sobra pouco: jantares lautos, satisfações sexuais mais imediatas, conversas de baixo calão sobre mulheres, vantagens contadas a respeito de proezas na cama. "Brasília 18%" é, em parte, na melhor parte, uma crônica analítica de costumes. Tem ainda um sabor de parábola inconclusa e desesperançada. Qualquer solução parece impossível já que, sem exclusões, tudo é feito pelo dinheiro e se submete a ele." - JORGE COLI
Escrito por Carlos Reichenbach às 10h57
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