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Essenciais do fantástico e terror dos anos 70, MP3 de Trilhas, Straub e Luz Vermelha.
O ESSENCIAL DO CINEMA FANTÁSTICO E DO FILME DE HORROR - PARTE III ANOS 70

Para conferir os filmes essenciais dos gêneros fantástico e/ou horror dos anos 70, acesse: http://www.olhoslivres.com/essencial_terror03
MP3 DE TRILHAS SONORAS NOS LINKS
Uma série de endereços de sites e blogs que disponibilizam MP3 de trilhas sonoras raras para cinema foram inventariadas pelo REDUTO e estão disponíveis na página de Links do site OLHOSLIVRES:
http://www.olhoslivres.com/links.htm
NO REDUTO DE STRAUB
Carlos Adriano e Bernardo Vorobov foram recebidos por Jean-Marie Straub e Danielle Huillet. Confira este encontro memorável: http://p.php.uol.com.br/tropico/html/textos/2758,1.shl
SESSÃO DUPLA NO EQUIPE
O Cineclube Equipe do Instituto Equipe Cultura e Cidadania convida a todos para sua próxima sessão, no sábado dia 7 de outubro de 2006, no auditório do Colégio Equipe. A sessão, dessa vez dupla, terá início às 14h com a exibição do primeiro curta de Jean-Luc Godard, inédito no Brasil, Charlotte et Véronique, seguido de seu primeiro longa, Acossado. Após breve intervalo, às 16h será exibido O Bandido da Luz Vermelha, de Rogério Sganzerla. Por fim, será realizado um debate com a presença dos críticos de cinema Inácio Araújo (Folha de São Paulo) e Francis Vogner dos Reis (Paisá e Cinética). O valor do ingresso é de R$4,00. Para mais informações, visite: http://www.cineclubeequipe.blogger.com.br
Escrito por Carlos Reichenbach às 22h04
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COMODORO EM OUTUBRO
SESSÃO ÚNICA DO COMODORO - OUTUBRO DE 2006

A Sessão Única do Comodoro do dia 04 de outubro, vai apresentar um autêntico clássico do cinema japonês, ONIBABA, A MULHER DEMÔNIO, de Kaneto Shindô, com legendas em português. Essa exibição se tornou possível graças ao suporte dos irmãos Tauffenbach. As sessões começam às 21.30, no CineSesc, e as senhas gratúitas estarão disponiveis a partir das 21.00 horas na bilheteria do cinema.
ONIBABA, A MULHER DEMÔNIO (ONIBABA - aka "Devil Woman") Japão, 1964 em japonês, com legendas em português duração - 84 minutos Diretor - Kaneto Shindô Roteiro - Kaneto Shindô Música Original - Hikaru Hayashi Fotografia - Kiyomi Kuroda Montagem - Kazuo Enomoto Elenco Nobuko Otowa (mulher), Jitsuko Yoshimura (mulher jovem) Kei Sato (Hachi) e Jukichi Uno (samurai).
Cópia gentilmente cedida pelos irmãos Tauffenbach
SINOPSE A guerra civil no Período Sengoku se prolonga por mais de um século e tem consequências sérias, sobretudo para os mais pobres: as terras são abandonadas e é difícil obter alimentos. Duas mulheres, sogra (Otawa) e nora (Yoshimura), vivem numa cabana no meio de um canavial, junto a um rio. O seu modo de vida consiste em matar os samurai feridos e moribundos que por ali passam, para trocarem armas e armaduras por comida. Um dia, Hachi (Sato), um vizinho que tinha partido para a guerra com o marido da mulher mais jovem, regressa, pondo em risco a manutenção da economia familiar. (Cinedie Asia)
COMENTÁRIO Obra-prima do cinema de atmosfera, concebido e dirigido com maestria por Kaneto Shindô. Com duas atrizes magistrais e uma fotografia preto e branco digna de antologia, ONIBABA se destaca também pela participação de Jukichi Uno, ator de Ozu e diretor de outro filme obrigatório do cinema nipônico, O DIÁRIO DE UM SOBREVIVENTE, cujas imagens cinza-chumbo (assim como ONIBABA) impregnam a memória de qualquer espectador atento.
OPINIÕES "Sendo uma obra que sugestiona ensaios de análise política, sociológica, histórica e até psicológica, «Onibaba» não se contém na componente formal. A óptima composição scope e a fotografia a preto e branco, pontuada por uma iluminação que ressalta as ânsias e os pulsares dos corpos, aliada à música e ao design sonoro dinâmico, dominado por tambores que exacerbam sentimentos primitivos, tornam o visionamento uma refinada experiência sensorial de grande cinema. Filme espartano, rodado num cenário minimalista — um rio, ervas altas, cabanas, uma caverna —, num mundo cruel e violento, onde a realização dos instintos primários não deixa espaço para o amor, contém, ainda assim, uma visão optimista sobre a capacidade de sobrevivência da humanidade." - Cinedie Asia
"Brimming with ambient dread and sensuality, director/ writer Kaneto Shindo's Onibaba masterfully evokes a world of grinding desperation, feral lust, and otherworldly menace. In a patch of tall swamp grass at the edge of a war, an old woman and her nubile daughter eke out a miserable existence of killing and scavenging. When her threadbare subsistence is threatened by the presence of a rakish neighbor, the old woman tries to frighten the girl with a frightening mask. The end of the film, when her plan fails tragically, is both horrific and brilliantly absurd. In many ways, this film is similar to Kenji Mizoguchi's masterpiece Ugetsu (1953), a supernatural drama about women struggling to survive during wartime. Yet, while Mizoguchi's characters remain self-effacing and self-sacrificing, Shindo's are aggressively sexual, brutally violent, and thoroughly amoral. Onibaba is a visual tour-de-force, featuring sumptuous black-and-white cinematography, elegant horizontal camera movement, and a stark, claustrophobic visual style. It is a hypnotic, profoundly spooky work that will haunt you long after the credits roll." - Jonathan Crow ALL MOVIE GUIDE
"Time enough has passed to qualify the uniquely spare look of Onibaba classic; Kiyomi Kuroda’s black-and-white cinematography haunts as much as the proceedings themselves, particularly in the picture’s eerie nighttime passages. And Hikaru Hayashi’s unnerving score has a fever to it equal to the strangest images on-screen." - FILMCRITIC.COM
"Onibaba, directed and wiritten by Shindou Kaneto is a classic black and white film from 1964 which has long been an established art house favourite in the West. Once thought to be ground breaking in its portrayal of sexuality and nudity, at least in the West, that aspect of the film looks tame now, and the modern viewer can relish the most delicious aspect of the film: the unsettling ghost story with the powerful moral lesson of a folk tale, portrayed in the most lavishly well composed and photographed manner that reminds one of a skilfully drawn manga. Some of the shots are extremely avant garde and startling in terms of composition, so much so that virtually any frame in the film could grace the wall of a gallery of modern photography, or indeed the wall of a aesthete's house." - MANDIAPPLE.COM
Escrito por Carlos Reichenbach às 11h50
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1960 - O ano em que vivemos perigosamente.
O ESSENCIAL DO CINEMA FANTÁSTICO E DO FILME DE HORROR II
- Somente filmes de 1960 -

Et mourir de plaisir - aka Blood and Roses (1960) - Rosas de Sangue, de Roger Vadin. Belíssima adaptação de "Camille", de Sheridan La Fanu, que viria a influenciar um futuro e (equivocadamente) cultuado filme de Tony Scott, "The Hunger".

The Brides of Dracula (1960) - As Noivas do Vampiro, de Terence Fisher. Les Yeux Sans Visage (1960) - Os Olhos Sem Rosto, de Georges Franju. Peeping Tom (1960) - A Tortura do Medo, de Michael Powell.

La Maschera del Demonio - aka Black Sunday 1960) - A Maldição do Demônio, de Mario Bava. Denso Ningen (1960) - O Segredo do Homem Elétrico, de Jun Fukuda. Il Mulino Delle Donne di Pietra - aka Mill of the Stone Women (1960) - O Moinho das Mulheres de Pedra, de Giorgio Ferroni.

Gasu ningen dai ichigo - aka The Human Vapor (1960) - O Homem Vapor, produção japonesa de Inoshirô Honda. Ching nu yu hun - aka The Enchanting Shadow (1960) - Co-produção Taiwan e Hong-Kong, dirigida por Han Hsiang Li. Village of the Damned (1960) - A Aldeia dos Amaldiçoados, de Wolf Rilla.

Jigoku - aka Hell (1960) - Produção japonesa de Nobuo Nakagawa. Obras maestras del terror (1960) - Produção argentina de Enrique Carreras. "The best Argentinian horror movie." - IMDB Psycho (1960) - Psicose, de Alfred Hitchcock. Talvez, ao lado de Os Pássaros (1963), os únicos filmes de Hitchcock que possam ser considerados do gênero "horror". Dois clássicos!
Escrito por Carlos Reichenbach às 12h37
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