Surpresa

CONFIRMADO

MICHAEL FISCHA É BOM P´RA CACETE!

 No último sábado, retornando à deliciosa prática de prospecção pelos sebos de vídeo e DVD, aqui em São Paulo, me perdi por duas horas no meio do imenso acervo do Messias, na praça João Mendes. Fui com a "missão" específica de encontrar os filmes de Michael Fischa que ainda não constavam da minha videoteca particular. É óbvio que, com a tentadora oferta atual de trazer 7 filmes ao preço de 10 reais, sai de lá com uma batelada de títulos, alguns bem esdrúxulos, debaixo do braço. É inacreditável, mas nenhum dos outros 13 filmes que levei para casa chega aos pés desta pequena "gema" chamada MINHA MÃE É UM LOBISOMEM.
 Produção baratíssima (os primeiros minutos do filme foram inteiramente rodados com a câmera na mão do operador - sem steadycam), o filme se apoia essencialmente num roteiro afinadíssimo, na ótima atriz Susan Blakely (a protagonista), na sedutora canastrice assumida de John Saxon e, sobretudo, no talento de Michael Fischa.
 Há algo de absolutamente transgressivo nas desventuras de uma típica dona de casa, classe média, americana que se deixa seduzir por um estranhíssimo dono de um "animal-shop".  A dedicada senhora Leslie Shaber (Blakely) não só aceita prazeirosamente a corte do "lobo mau", como ainda permite ao cavalheiro o ato da podofilia, numa mal disfarçada simulação de felação.
 Apesar do viés safo, MINHA MÃE É UM LOBISOMEM possui todas as características das comédias clássicas, o chamado "humor inocente" que jamais menospreza o ser humano. Neste filme leve, algo subversivo, e realmente muito engraçado, não existe o expediente crucial que assola o gênero nestes últimos anos: o cinismo e o achincalhe sádico.
 Michael Fischa, ao experimentar a comédia, deve ter se inspirado diretamente em Frank Tashlin e Jerry Lewis. Há semelhanças marcantes de seu filme com BANCANDO A AMA SECA e O PROFESSOR ALOPRADO (a versão de Lewis). Isso tudo, levando-se em consideração que Fischa não deve ter tido à disposição nem vinte por cento dos dólares usados por Tashlin e Lewis nos filmes citados. Os efeitos especiais (que mais parecem "defeitos especiais") são usados com criatividade, quase sempre de forma auto-irônica.
 Há uma sequência divertida, mas sem o mesmo charme das cenas com John Saxon - a do consultório dentário em que a digníssima senhora vai tentar extrair os caninos que insistem em crescer a cada minuto - uma indisfarçada homenagem a outro grande diretor de comédias em atividade, Frank Oz. Faltou neste segmento um "performer" a altura de Steve Martin.
 MINHA MÃE É UM LOBISOMEM só fez aumentar a minha curiosidade com relação a MASCARA DIABLO (2005); se Fischa tirou água de pedra nesta comédia barata (no sentido "nobre" do termo) de horror, o que não deve ter feito levando o gênero fantástico à sério!
 Curiosidade que se extende também à comédia RISE GIRL, de 2003, que ganhou vários prêmios em festivais dedicados ao cinema independente e de gênero.
 Não estranhem se eu programar CRACK HOUSE para uma das SESSÕES ÚNICAS DO COMODORO.
 
Filmografia de MICHAEL FISCHA
(conforme o IMDB)
Roma Sub Rosa: The Secret Under the Rose (2006)
Mascara Diablo (2005)
Rice Girl (2003)
Delta Heat (À Caminho do Inferno - 1992)
My Mom's a Werewolf (Minha Mãe é um Lobisomem - 1989)
Crack House (1989)
Death Spa (1988)

DICA FINAL
 Terminei meu sábado de "caça a filmes" na DVD LOG, na Rua Capitão Salomão, 34, onde comprei as cópias em DVD de TEATRO DA MORTE (que foi lançado nos cinema como "As 7 Faces da Morte"), de Douglas Hickox, e SENTINELA DOS MALDITOS, de Michael Winner, por 9,90 cada. Sei que filmes "peplum" essenciais (aquele "históricos" de Hércules, Maciste e congêneres) de Vittorio Cottafavi, Mario Bava e Riccardo Freda podem ser encontrados pelo mesmo preço, mas naquele dia eu não dei sorte. Eis um endereço que vale a pena conferir a cada dois meses. A loja possui um belo acervo e os preços são acessíveis.



Escrito por Carlos Reichenbach às 15h33
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   Desabafo

A MAIS NOVA PALHAÇADA DA WEB

 Abro o OUTLOOK e encontro uma postagem com o logotipo (toscamente escaneado) da Polícia Federal. O texto que segue abaixo é daqueles de fazer o otário sair abrindo todos os links indicados, e que, na certa, devem inocular o HD do coitado com os vírus mais tenebrosos.

DPF/BR - A Policia Federal vem em meio deste lhe comunicar que após um breve tempo de investigação, foi notado que seu computador está sendo usado como veículo de mensagens e fotos pornográficas onde as mesmas incentivam a prática da Pedofilia (É Crime).

Não só fotos de Terceiros foram encontradas, As Suas também foram divulgadas em um famoso site pornográfico.

Segue Abaixo o Quadro Relatando Fotos;

Dossiê de Fotos Apreendidas no seu Computador, Onde há a Presença do Crime de Pedofilia. Link de Fotos 1
 
Suas Fotos, sendo divulgadas em Diversos Sites Pornográficos. Link de Fotos 2
 

Em atendimento do ofício nº 4877/01-jsp, de 11 de Abril de 2001 determinado pela Juíza Federal da 5ª Vara Federal Criminal, Margarete Sacristan A Policia Federal tem o livre Arbítrio Monitorar todas as suas ações feitas pela internet, e dar inicio a um inquérito de Crime de Pedofilia, Formação de Quadrilha, Difamação e Veiculação de imagens.

As investigações irão seguir, caso queira a ferramenta executável para prevenir o seu computador de qualquer tipo de vírus, spywares e programas que roubam fotos do seu computador. CLIQUE AQUI

 Já não bastavam os e-mails apócrifos do Tribunal Regional Eleitoral, do Banco Central (acusando dívidas monstruosas do internauta), de cartórios variados, de garotas peladas que afirmavam ter um caso com a gente no passado, de chantagistas virtuais com fotos comprometedores das nossas esposas, nossos filhos e até dos nossas avós (já falecidas, claro), etc, etc, etc.
 Ora, moleques e hackers (que de corsários autênticos não tem nem o peido) que passam o dia inteiro de bunda para cima, vão tomar banho na sóda!!!



Escrito por Carlos Reichenbach às 20h19
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   Divagações 02

CANÇÕES QUE IMPREGNARAM NOSSOS FILMES

 É curioso observar como alguns filmes, mesmo os mais obscuros, marcam a nossa memória pela inserção de uma única música.
 Já contei, aqui mesmo neste blog, o quanto marcou a minha adolescência o filme ELAS ATENDEM PELO TELEFONE, de Duilio Mastroianni. Durante certo tempo mantive a impressão de que o que mais me chamou a atenção no filme, na época, foi a juventude e a plástica da ex-vedete Anilza Leone. Revendo o mesmo filme, anos depois, num extinto pulgueiro da Avenida Rio Branco (o cine Arizona), em São Paulo, me dei conta que o vírus do fascínio pelo filme tinha sido inoculado pela música "Romantic Partners", composta e executada pelo maestro Nilo Sérgio (leia-se Românticos de Cuba), usada à exaustão no filme; uma singela e prosaica peça jazzística composta para piano que me acompanhou por vários anos no aprendizado de teclado popular. É claro que os dotes físicos de Anilza haviam impregnado minha libido adolescente, mas foi o clima melancólico da música, que acentuava intensamente a atmosfera de decadência moral dos personagens que marcou, e continua marcando, a minha lembrança.
 Na cine-biografia de Francisco Alves, CHICO VIOLA NÃO MORREU, um belo melodrama com um dos finais (um final, aliás, mais que previsível já que se trata de uma biografia) mais aterradores do cinema nacional (que eu, inclusive, busquei "chupar" - ou mais delicadamente, "reciclar" - em FILME DEMÊNCIA) - onde a câmera panoramiza pela Via Dutra, acompanhando a fatídica passagem do carro do protagonista e que conclui com um close da cigana que havia profetizado a sua morte numa auto-estrada - a música que acompanha o desfecho é o já clássico "Caminhemos", de Herivelto Martins, eternizada em disco pelo próprio "rei da voz". Impossível não reter o filme na memória após uma crucial "chantagem gentil" dessas. A mesma gravação foi utilizada por Carlos Diegues em CHUVAS DE VERÃO, com resultados diversos, mas também bastante comovente.

 'Caminhemos' não tem história", declara Herivelto Martins, "é o reflexo de mil histórias, de um estado de espírito que eu vivia e o público desconhecia". Na realidade, atravessando na época um período conturbado de sua vida sentimental, o compositor extravasava em sua música os problemas que o afligiam. Assim, não foi por acaso que saíram em seqüência "Segredo", "Caminhemos", "Cabelos brancos" e, por fim, as composições que marcaram a polêmica de sua separação da mulher, Dalva de Oliveira. Lançado em novembro de 47, "Caminhemos" firmou-se na preferência popular:

CAMINHEMOS (Herivelto Martins)

Nao, eu nao posso lembrar que te amei
Nao, eu preciso equecer que sofri
Faca de conta que o tempo passou
E que tudo entre nos terminou
E que a vida nao continuou pra nos dois.
Caminhemos, talvez nos vejamos depois

Vida comprida, estrada alongada
Parto aa procura de alguem
Ou a procura de nada...
Vou indo, caminhando
Sem saber onde chegar
Talvez que na volta
Te encontre no mesmo lugar

  No surpreendente TOCAIA NO ASFALTO, de Roberto Pires, os personagens se encontram numa casa classe-média onde um pianista local executa o "Tema para uma Rapsódia Sueca", de Charles Wildman. O bélissimo e romântico tema entra em completo desacordo com a temática realista e violenta da niilista história de um matador de aluguel que viaja do interior da Bahia para a capital, para executar uma "encomenda"; mas é justamente o confronto entre a idílica música e o entrecho brutal que dá ao filme uma assinatura própria e intransferível.
 Na pornochanchada marxista GENTE FINA É OUTRA COISA, Antonio Calmon adentra a cozinha de uma mansão burguesa ao som de "A Noite Mais Linda do Mundo", na voz de Odair José, para mostrar duas ou três empregadas deliciosas (todas de uniforme mínimo e pernocas à mostra, claro) rebolando com garbo e trabalhando (claro). Em menos de cinco segundos o filme mergulha fundo num universo, que de tão realista atinge o abstrato. Acho que no mesmo filme, o jovem protagonista, um candidato à chofer, faz amor com a dona-da-casa ao som de "Moça", de/com Wando, o incansável sultão das calcinhas sorteadas. Calmon, apoiado pelo repertório musical "bárbaro e nosso", empreende uma autêntica revolução social em seus filmes, via libido; Reich puro!
 A conversa não termina aqui.

Observação final: revendo fotos do Chico Alves é que me dei conta da sua semelhança com o ator Jandir Ferrari, um dos protagonistas de ALMA CORSÁRIA, que bem poderia personificá-lo numa futura cinebiografia.


HORA DA BOBAGEM

A MELHOR PIADA DO ORKUT

 Deu numa destas comunidades dedicadas aos tarados de plantão: INACREDITÁVEL! ESSA MINA SÓ TEM 15 ANINHOS!

http://img98.imageshack.us/img98/79/minabouuua9dg.jpg



Escrito por Carlos Reichenbach às 14h58
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   Divagações 01

OS TRATORES
E/OU ALGUMAS DIVAGAÇÕES SOBRE AS SEMELHANÇAS ENTRE MÚSICA E CINEMA

- especial para Vebis Jr. -

 Na música, assim como no cinema, o preconceito contra qualquer gênero pode ser considerado pejorativo.
1.
 Tião Carreiro e Pardinho me fizeram entender a beleza da música caipira; e que não tem a ver com a contrafacção "country" das duplas que fazem sucesso nos dias de hoje. O filme de Nelson Pereira dos Santos me despertou para o talento de Milionário e Zé Rico, que fizeram sucesso supreendente na China.
2.
 A música clássica, habitualmente enxergada como um graal intocável, não deveria nunca ser conspurcada por qualquer tentativa de popularizá-la. Heresia? Bobagem, duvido que o expert mais ortodoxo não tenha escutado alguma vez, às escondidas e com sublimada alegria, as "leituras" de Ray Conniff para o "Concerto No. 2 para Piano", de Rachmaninoff - aliás, transformada por Buddy Kaye, um "herético" americano, numa das mais belas canções já gravadas por Frank Sinatra, "Full Moon and Empty Arms"; o mesmo Buddy Kaye já havia "cometido" o mesmo "pecado" com a "Polonaise", de Chopin, em "Till the End of Time", uma marcante performance de Perry Como) - ou a versão da "Sinfonia No. 40", de Mozart, concebida pelo argentino Waldo de los Rios (que, infelizmente, se suicidou em 28 de março, de 1977). Conniff e Waldo de los Rios conseguiram na verdade é quebrar um preconceito às avessas; dos que possuem aversão pela música erudita. E olha que não são poucos...
3.
 Temos as nossas preferências mais ideossincráticas. Meu gosto pessoal vai das geniais vocalizações quase multi-timbrísticas de Brian Wilson ao teclado mono de Roberto Inglez, dos áses do Space Age Pop às guarânias de Luiz Bourdon, do impressionismo de César Franck aos sintetizadores valvulados do White Noise, do trumpete "doloroso" de Bobby Hacket ao teclado e o mogg de Dick Hyman, do pop experimental de Jansen & Barbieri ao deboche do Joelho de Porco, do vovô Elvis ao rei Roberto Carlos, de Jackie Gleason a Erlon Chaves, de Krzysztof Penderecki a Guilherme Vaz, de John Lennon a Guilherme Lamounier, de Dean Martin (e sua voz privilegiada) a Dick Farney (e seu carisma), de Renato e seus Blue Caps ao magistral The Tractors....

 THE TRACTORS foi o grupo que quebrou o maior dos meus preconceitos pessoais; o que eu tinha com a música country americana, que sempre achei um pé-no-saco. Era fissurado na alegria da música cajun, no folk verdadeiro de Stephen Foster (cujas partituras meu pai conservou como relíquias durante a vida inteira), mas achava a caipirice ianque um entojo. Um preconceito quase inconcebível para alguém que sempre foi fã assumido de Elvis Presley. Lembro ter ido assistir NASHVILLE, de Robert Altmann quase carregado por amigos e ter saído do cinema "de joelhos". Não por causa da música, claro (aquela que ganhou o Oscar, por exemplo, do Keith Carradine, continuo achando insuportável), mas por causa de seus minutos finais; um dos desfechos mais impactantes da história.
 Enfim, cheguei ao The Tractors quase por acaso, graças a um casal de vizinhos que vivia escutando country americano nos finais de semana e que, graças a Deus, não moram mais no mesmo prédio. De tanto escutar a canção "Linda Lou" (que nada tem a ver com o "clássico" de Hank Sow, interpretado pelo cowboy Roy Rodgers) me dei conta que poderia existir ousadia e invenção no gênero; que aqueles caras matutos que cantavam "Linda Lou", além de músicos excepcionais, tinham ido buscar inspiração na música crioula do Mississipi, no boogie, na gênese do rock, e - como bem afirmou um crítico musical - nas verdadeiras raízes da música folk norte-americana. Alem do mais, o tal The Tractors tinha um toque sincopado originalíssimo de fazer levantar da cadeira qualquer lesma lerda. Com The Tractors me convenci definitivamente que o melhor da música country vem de regiões específicas, tal como alguns guitarristas formidáveis nascidos e sediados no Alaska, como Ron Wise e Tom Bresh, discípulos assumidos do gênio Chet Atkins.
 Baseados em Tulsa, The Tractors é formado pelo guitarista Steve Ripley, o baixista Ron Getman, o vocalista Casey Van Beek, o tecladista Walt Richmond e o baterista Jamie Oldaker.
 Dois de seus poucos cds podem ser já considerados antológicos: "FARMERS IN A CHANGING WORLD" ("They're Simply Brilliant") e "FAST GIRL".
 E se alguém ainda duvidar da afirmação, procure escutar as faixas: "Linda Lou", "Babalou", "Ready to Cry", "Nine Eleven" e "The Elvis Thing"; esta última, um magistral compêndio de soul, New Orleans R&B e rockabilly.

3 "pérolas" dos TRATORES



Escrito por Carlos Reichenbach às 17h20
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   Lançamento em DVD

RARIDADE: UM INVENTÁRIO OBRIGATÓRIO

  Foi lançado recentemente o documentário "Arakimentari", em DVD (NTSC Region 1). Trata-se de uma investigação bastante livre a respeito da obra do fotógrafo Araki Nobuyoshi, que devido aos seus 359 livros de fotos é considerado o profissional da área mais publicado do mundo. Apesar dos inúmeros assuntos flagrados por sua câmera foram as imagens de alto teor erótico, quando não sado-masoquistas, ou mesmo semi-pornográficos, que fizeram sua reputação.

 No documentário, Travis Klose, Björk, Takeshi Kitano, Daido Moriyama, Richard Kern e outros colaboradores e amigos buscam desvendar os segredos de sua inspiração única e anticonvencional.

  Como bem atenta o blog LETRA CORRIDA (http://letracorrida.blogspot.com/2005_07_01_letracorrida_archive.html):
 "A fotografia de Nobuyoshi Araki está inicialmente marcada pelo voyeurismo, como depois, através da exploração do universo porno, acaba por questionar o corpo da mulher. E a pergunta é esta: a mulher-objecto assume-se inevitavelmente como objecto ou a mulher-objecto consegue individualizar-se, tornar-se sujeito?"

  Na impressionante imagem da bela mulher nua que expõe sem o menor constrangimento o seio esquerdo emasculado talvez esteja a essência desta obra tão polêmica e cuja rara beleza é apreciada por uma seleta legião de admiradores; Nobuyoshi é daqueles artistas especiais que buscam obsessivamente encontrar o sublime onde menos se espera.



Escrito por Carlos Reichenbach às 01h18
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   Tarja Preta

PETIT-POIS



Escrito por Carlos Reichenbach às 04h01
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