Primeira quarta-feira do mes

SESSÃO ÚNICA DO COMODORO - DIA 07 DE FEVEREIRO

 No dia 07 de fevereiro de 2005, a Sessão Única do Comodoro vai exibir, às 21.30 no CINESESC, "A TORTURA DO MEDO" (Peeping Tom), de Michael Powell, o filme que praticamente acabou com a carreira de um dos maiores diretores do cinema britânico e que se tornou um cult absoluto, um clássico do cinema de horror, graças ao reconhecimento público de cineastas como Martin Scorsese e George A. Romero. O filme será exibido com legendas em português (graças a Leopoldo Tauffenbach) e as senhas gratúitas deverão ser retiradas à partir das 21 horas, na bilheteria do CINESESC.

A TORTURA DO MEDO
Peeping Tom (1960)
Inglaterra, 101 minutos
falado em inglês, com legendas em português
diretor - Michael Powell
argumento e roteiro - Leo Marks
produtores - Albert Fennell e Michael Powell
música original - Brian Easdale e Freddie Phillips
fotografia - Otto Heller
motagem - Noreen Ackland
elenco
Karlheinz Böhm, Moira Shearer, Anna Massey, Maxine Audley e Brenda Bruce.

SINOPSE
 Quando criança, Mark Lewis foi cobaia das bizarras experiências de seu pai, um cientista que pretendia estudar os efeitos do medo no sistema nervoso. Após a morte do pai, já adulto, Mark trabalha como assistente de câmera num estúdio de cinema em Londres e como fonte extra de renda faz fotografias eróticas para uma loja de conveniência. Reservado e com poucos amigos, Mark começa a fazer contato com sua jovem locatária e ela vai aos poucos descobrindo que ele possui um hobby tenebroso.

COMENTÁRIO
 Clássico absoluto do cinema do final dos anos 50, PEPPING TOM, devido ao realismo brutal das suas cenas inéditas (para a época) de violência e voyerismo, gerou uma absurda aversão entre os críticos da época, que haviam aplaudido estusiasticamente os filmes anteriores de Michael Powell, como "Sapatinhos Vermelhos" e "Contos de Hoffmann". Realmente, Powell exacerbou nas "palheta de cores" de seu filme, na encenação teatral que lembra, e muito, o "grand-guignol" francês e, principalmente, na escolha de suas atrizes, propositalmente destituidas de graça e beleza.  Uma das coisas que mais chamam a atenção no filme é que a única presença fotogênica e simpática do filme é justamente o seu vilão-demente, o ator alemão Karlheinz Böhm, o galã da série "Sissi, a Imperatriz". Powell parece ter feito um filme de pura provocação, uma farsa psico-patológica do mais perverso horror. Quando o filme foi exibido no Brasil vários espectadores gritavam durante a projeção, impressionados com seu realismo. O filme chegou a ser banido de vários países (incluindo a Suécia) e poderia ter caído no ostracismo não fossem as manifestações de entusiasmo de vários cineastas importantes. Basta observar com atenção os filmes que Hitchcock, por exemplo, fez depois dos anos 60 (especialmente FRENESI) para perceber a espantosa influência de "Pepping Tom". Michael Powell é um dos raros inventores, na acepção do termo, surgidos no cinema inglês. Não é por menos que Martin Scorsese e George A. Romero o considerem um dos tres maiores da história. Por sua ousadia, pela atmosfera original e perversa, pela assumida subversão da beleza óbvia, o sutil escracho do bom gosto britãnico e, sobretudo, pelo risco quase obsceno do investimento na criação em estado mais primitivo, PEPPING TOM é uma das "gemas" mais genuínas do cinema de culto.

OPINIÕES

Jeffrey M. Anderson
"Peeping Tom is a cornerstone in film history. There are many great movies, but only a few have served as a turning point, a marker that changed everything that followed."

Edward Guthmann - SAN FRANCISCO CHRONICLE
"Panned in 1960, Michael Powell's horror film is now a classic. Few films have as strange and tortured a destiny as ``Peeping Tom.'' Unanimously savaged by critics at the time of its 1960 release, Michael Powell's sympathetic portrait of a mild-mannered serial killer was pulled from London theaters in less than a week -- and instantly destroyed the British director's career.
 ``The only really satisfactory way to dispose of `Peeping Tom' would be to shovel it up and flush it swiftly down the nearest sewer,'' whined Derek Hill in the London Tribune. ``Even then, the stench would remain.''
 Today, thanks largely to a 1980 revival engineered by Powell enthusiast and fellow director Martin Scorsese, ``Peeping Tom'' is rightly seen as a horror classic and sophisticated psychological journey."

Roger Ebert - CHICAGO SUN-TIMES
 "The film's visual strategies implicate the audience in Mark's voyeurism. The opening shot is through Mark's viewfinder. Later, we see the same footage in Mark's screening room, in a remarkable shot from behind Mark's head. As the camera pulls back, the image on the screen moves in for a closeup, so the face of the victim effectively remains the same size as Mark's head shrinks. In one shot, Powell shows us a member of the audience being diminished by the power of the cinematic vision. Other movies let us enjoy voyeurism; this one extracts a price.
 Powell (1905-1990) was a director who loved rich colors, and ``Peeping Tom'' is shot in a saturated Technicolor with shots such as one where a victim's body under a bright red blanket stands out against the gray street. He was a virtuoso of camera use, and in ``Peeping Tom'' the basic strategy is to always suggest that we are not just seeing, but looking. His film is a masterpiece precisely because it doesn't let us off the hook, like all of those silly teenage slasher movies do. We cannot laugh and keep our distance: We are forced to acknowledge that we watch, horrified but fascinated."

A VOZ DA INVEJA E DO RESSENTIMENTO
(sinal que isso existe em todas as cinematografias do mundo)
Terence Fisher, director of Horror of Dracula, 1964
"Peeping Tom? Horrible! From a moral point of view, of course. It is an extremely well-made film, but a bit hard to support. . . . I would say that this sort of film is potentially dangerous."


PETIT-POIS

 Suzana Alves e Djin Sganzerla pousam para Luciana Figueiredo, durante um intervalo das filmagens de FALSA LOURA.



Escrito por Carlos Reichenbach às 00h59
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   Mais making-of

FALSA LOURA - SEGREDINHOS DA FILMAGEM

Fotos de cena e filmagem - Luciana Benaduce Figueiredo

Portrait de Vanessa Prieto - Vivian Golombek

 Pedro Sergio (Pedro Noizyman), um dos melhores mixadores de filmes do país ("O Signo do Caos", entre outros), que também opera os pick-ups nas horas vagas (que sempre parecem mínimas), interpreta "Sylvester, o DJ Pyrado", em FALSA LOURA.

 João Borbonnais fotografado durante as exaustivas duas horas consumidas diariamente para a maquiagem do ex-incendiário Antero, pai da protagonista (Rosanne Mulholland).

 Dois flagrantes da atriz Vanessa Prieto captados no mesmo mês. Depois deste filme, da metamorfose de Djin Sganzerla e do plano final de Betty Faria em "Bens Confiscados", o editor deste blog vai ficar com fama de ter o prazer sádico de "derrubar" suas lindas atrizes. Ironia à parte, o que mais chama a atenção na interpretação de Vanessa (basta ver o still da seqüência final do filme) é a profunda melancolia que ela imprimiu ao personagem da operária Luiza.

 Não, o ator Cauã Reymond e o diretor Carlos Reichenbach não estão quebrando o pau; eles estão ensaiando a música DEDOS DE DEUS com o ator Luiz Henrique e os atores-músicos da banda TRUPE.

 Dois momentos do ensaio e da filmagem com o público da música NOITES VAZIAS, de Paulo Ricardo.



Escrito por Carlos Reichenbach às 01h53
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   Making-of Bis

FALSA LOURA - FILMAGENS

O DIA QUE O EDITOR DESTE BLOG QUASE VOLTOU AO INCOR

Fotos - Luciana Benaduce Figueiredo

 Em baixo da grua eletrônica, onde a câmera é monitorada no vídeo e operada por joystick e à frente de mais de 300 pessoas.

 Conversando com Fernando Russo, que faz uma "participação afetiva" como o tecladista da banda "Bruno e seus Andrés".

 Du Françani (TRUPE) sola a guitarra na música NOITES VAZIAS, de Paulo Ricardo.

 Tentando instruir e acompanhar (no "conchinha") a platéia e os fãs do ídolo Bruno de André.

 Em um momento menos atribulado, atenção voltada unicamente para os protagonistas (Rosanne Mulholland e Cauã Reymond).



Escrito por Carlos Reichenbach às 03h20
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   Destaque

FESTIVAL DE TIRADENTES DELIRA COM O FILME "CONCEIÇÃO"

 Deu no jornal O TEMPO:

http://www.otempo.com.br/magazine/lerMateria/?idMateria=76521

Trechos "socializados" da matéria.

Sábado, 27 de Janeiro de 2007, 00h02
"Conceição" é a sensação de Tiradentes
MARCELO MIRANDA/ ENVIADO ESPECIAL

TIRADENTES – Antes mesmo do final da décima edição da Mostra de Cinema de Tiradentes, que se encerra hoje com a exibição de "Batismo de Sangue", de Helvécio Ratton, e "Antônia", de Tata Amaral, o evento já tem o seu filme-sensação.
 É "Conceição – Autor Bom É Autor Morto", exibido na noite de quarta- feira no Cine-Tenda, em horário já bastante avançado – passava da uma hora da manhã quando a projeção se iniciou, após as exibições de "Cartola" e "Jardim Ângela".
 O relógio não foi suficiente para desanimar as mais de 600 pessoas na sala. Elas acompanharam atentas ao desenrolar do filme, em vários momentos rindo, aplaudindo e interagindo com os absurdos que surgiam na tela.
 "Conceição" é um filme especial por uma série de fatores, a começar por sua realização. É o primeiro longa-metragem brasileiro finalizado por estudantes de cinema – no caso, alunos da Universidade Federal Fluminense (UFF), de Niterói.
 Coordenado por Daniel Caetano, o grupo formado por André Sampaio, Cynthia Sims, Guilherme Sarmiento e Samantha Ribeiro começou o projeto há mais de dez anos, em 1993, época que coincidiu com o quase desaparecimento do cinema no país a partir do fim da Embrafilme no governo Fernando Collor de Mello.
 Nonsense
 Contra a corrente, a turma decidiu ir bolando algum tipo de trabalho nonsense, criativo e de forte carga referencial. "Fizemos uma compilação do mau gosto, a partir de um questionamento: o que o cinema brasileiro não quer mostrar?", diz Daniel.
 "Parte da produção contemporânea tem escondido as impurezas da vida para exibir um mundo anódino e sem gosto". O montador André Sampaio completa: "O cinema brasileiro está muito caretão. O público quer assistir a projetos diferentes".  
  A idéia de um tipo de realização fora dos padrões permeou todo o processo de "Conceição". À medida que o filme ia sendo feito – sem compromissos com datas, horários e caminhos específicos a seguir, e igualmente sem orçamento –, mais os diretores iam aumentando a carga de "mau gosto".
 "É um filme com total liberdade de criação e cujo tema é justamente a liberdade de criação", afirma Daniel Caetano. Mais que isso: "Conceição – Autor Bom É Autor Morto" é um filme sobre as possibilidades da ficção. Não existe uma linha narrativa sendo seguida.
 A ação parte da mesa de estudantes que discutem como fariam um filme perfeito, ou ao menos um filme criativo e diferente.
 Em meio aos papos, diversos segmentos sem ligação aparente vão se desenvolvendo na tela. Não pense em Robert Altman ("A Última Noite"), Paul Thomas Anderson ("Magnólia") ou Alejandro González Iñarritu ("Babel").
 "Conceição" é uma verdadeira salada de citações que cultiva, acima de tudo, a absoluta tranquilidade dos realizadores em lidar com a ficção sem medo do risco. "As nossas referências na tela aparecem de forma muito intuitiva, não é nada tão intencional como possa aparecer. É uma coisa mediúnica", comenta Daniel.

- Como se não bastasse, CONCEIÇÃO tem uma participação "matadora" de Djin Sganzerla. -



Escrito por Carlos Reichenbach às 01h43
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   Falsa Loura - Mais fotos

CÃUA REYMOND VIRA ÍDOLO POP EM "FALSA LOURA"

Fotos - Luciana Benaduce Figueiredo

 O ator Cauã Reymond vai cantar, em cena, duas músicas em FALSA LOURA para uma platéia de mais de 250 pessoas. Paulo Ricardo (ex-RPM) cedeu "Noites Vazias", uma canção inédita de seu novo cd, para que Cauã Reymond pudesse exercitar seus dons de "performer" e cantor. Com o generoso apoio da banda TRUPE e oa arranjos de Marcos Levy (o Xuxa), Cauã Reymond hipnotizou uma platéia extremamente crítica de atores, técnicos e figurantes, que foi ao delírio no final de sua apresentação das músicas "Noites Vazias", de Paulo Ricardo, e "Dedos de Deus", de Carlos Reichenbach. No filme, ele interpreta o ídolo pop Bruno de André que se envolve emocionalmente com Silmara, uma operária especializada.

DEPOIMENTO DO DIRETOR
 Para mim, e acredito que para o Cauã também, foi uma incrível experiência; pude sentir de perto a importância de um produtor-musical, no caso o Marcos Levy, em todo o processo. Foi o Nelson Ayres quem fez questão que o "Xuxa" (Marcos Levy) aprovasse e acompanhasse a gravação do Cauã, já que rock não é a "praia" do maestro. Nelson e Marcos trabalham juntos de uma forma muito parecida como Manoel Paiva e o Luiz Chagas trabalhavam (Paiva e Chagas foram meus antigos "cúmplices" nas premiadas trilhas musicais de FILME DEMÊNCIA e ANJOS DO ARRABALDE). Levy, assim como Ayres, são dois fenômenos, pois além de "ouvidos absolutos" e multi-instrumentistas, são criativos e inimigos daquilo que o outro grande criador, Guilherme Vaz, chama de "muita nota, mas pouca música".
 Acho que em música é preciso ter o mesmo conhecimento e prazer que em cinema. Fico arrasado quando trabalho com algum profissional que faça o gênero "eu não preciso gostar e entender de cinema para realizá-lo". Isso é uma incongruência; coisa de cara arrogante e/ou boçal. Mesmo com parceiros de criação de outras áreas (como música, por exemplo) eu trabalho sempre com referências, já que elas se impoem na criação do roteiro. Quando eu atuava como diretor de fotografia, eram as referências a primeira coisa que eu ia buscar na conversa inicial com o diretor-roteirista. Isso é fundamental na parceria profissional.
 Na edição final de "Noites Vazias", a música que Paulo Ricardo (RPM) cedeu para o filme, eu pedi ao "Xuxa" o som do Procol Harum. Em cinco segundos (sem exagero) ele dedilhiu o teclado hi-tech do estúdio e "ganhamos" os tímbres marcantes de "A White Shade of Pale".
 Lembro bem a minha aflição e a de Cauã esperando a aprovação do "Xuxa" (que quase "estorou" a voz do ator, fazendo-o ir aos limites de seus agudos) no teste de voz, no estúdio.
 Confesso que me impressionou muito a persistência de Cauã Reymond em se submeter ao teste final com o arranjador musical.
 Se, na tela, a figura de Bruno de André (o ídolo pop) se tornar convincente, credite-se o mérito não somente ao talento e a disciplina do ator, mas também ao acurado trabalho de Marcos Levy e ao generoso "apoio logístico" da banda TRUPE.



Escrito por Carlos Reichenbach às 02h02
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