Direto do Orkut 01

HISTÓRIAS DO IMPERIAL 01
- da comunidade CARLOS IMPERIAL -

 O "Rei da Pilantragem" foi realmente um personagem memorável, um autêntico "Macunaíma". Julio Bressane, que era fascinado pelo ogro, realizou com ele o filme-solo O MONSTRO CARAÍBA.

DUDU
"Quando Collor confiscou a grana de todos, dinheiro mesmo, ao vivo, poucos tinham; e o Impera, nessa época, estava com mania de comprar imóveis (mania, não, ele montou uma imobiliária!). Bom, certa vez, fui com ele ver uma casa que foi anunciada por (não me lembro quanto,só para exemplificar) uns duzentos Reais e, ao sairmos de sua casa, ele me pediu para segurar uma bolsa de supermercado (Sendas) com duas bermudas sujas, me orientando para não largar nunca (!) e me explicou (!?) "Você vai ver só". Antes de chegarmos ao imovel, ele foi profético: "O dono vai estar na porta da casa nos esperando". Dito e feito! estava lá o proprietário. Ao sair do carro, me recomendou novamente "fica no carro e não larga a bolsa!". Fiquei no carro vendo os dois a meia distancia, sem saber o que falavam mas, em certo momento, vi que o Impera apontava em minha direção e mandava eu levantar a bolsa (das Sendas com bermudas velhas e sujas!), levantei e, ato seguinte, o Impera passa seu tel. pro cara e vem embora. No carro, mais um previsão: "ele vai me ligar amanhã, dizendo que vende por 120,00" e, enfim, me explicou o que aconteceu. Ele, (o Impera) chegou falando que estava todo mundo sem dinheiro etc. mas que ele, por ser quem é, tinha 100,00 em dinheiro vivo ( o preco era 200, lembram?) e era o máximo que ele tinha conseguido para comprar a casa e que, inclusive, o dinheiro estava alí no carro (naquela bolsa...), mas que não era preciso responder na hora, "fique com o meu telefone, pense e me ligue". E não é que o cara ligou e ele comprou ?"

MARCO GRACIE
"Papai era cheio de estória no trato com as mulheres. Ao ser apresentado a uma mulher bonita que veio toda feliz falar com ele, dizendo: Puxa que prazer te conhecer Imperial. Papai foi rápido na resposta e disse: - Prazer você vai sentir quando der pra mim. A mulher largou tudo e saiu com o papai."

DUDU
"Em 1963, Imperial comandava, na TV Rio, o programa BROTOS NO 13 e o Renato e Seus Blue Caps tinham orientação do Imperial para, a cada programa, apresentar uma música nova quando, em um certo dia, Imperial entrou na sala de ensaios com um compacto na mão falando" este conjunto é sucesso no mundo inteiro e quero que vocês, amanhã mesmo, toquem alguma música dele". Renato Barros levou o disco pra casa e, como não sabia inglês, fez uma versão (MENINA LINDA) da música I Should have know better (Beatles) e tocaram assim mesmo "Ah! deixa essa boneca faça-me o favor!"... No dia seguinte, o Imperial obrigou à toda banda repetir com ele " IMPERIAL É F>>" dez vezes, pois a música tinha mais de 50 pedidos de telespectadores para reprise. Renato não pensou duas vezes, foi para o estúdio e lançou em disco virando grande sucesso nacional."

DUDU e DENILSON
"Quando a TURMA DA PESADA começou a aparecer na televisão, Imperial resolveu mudar o nome do Cantor (Gastão Lamounier) para Luiz Henrique, com o argumento de que : "Gastão é nome de Garçom"... "
"Os outros dois Gastões, o pai e o avô, foram lá no ap do Imperial tentar convencer o rapaz a desistir da idéia. Mas não adiantou, ficou Luiz Henrique mesmo.
Na "Turma da Pesada"também tinha o maestro Bruno Ferreira, que o Imperial mudou para Leonardo Bruno. "Bruno Ferreira é nome de quitandeiro
". "

DUDU
"1967. Imperial encontra Luiz Gonzada nos studios da RCA, vira-se parao Gonzagão e dispara:"Vou dar uma badalada na sua carreira." E deu! espalhou a notícia de que que os Beatles estavam, simplesmente, interessados em gravar ASA BRANCA(!). Outra do IMPERA. (78) estavamos tentado fazer um rapaz (não recordo o nome) cantar uma música chamada COISA MALUCA quando ele (aos gritos!) mandou parar tudo, que Coisa Maluca era gíria de bicha etc. rebatizando em seguida a música com o nome de GRILO NA CUCA música que, mais tarde, acabou sendo sucesso na voz de Dudu França."

DUDU
"Aqui vai,parte de uma "briguinha" do Imperial com o Nelson Ned.
Nelson Ned: "O Imperial é um gordo sujo"
Imperial: " O que vem de baixo..."
Nelson Ned:" Ele não sabe, mas sendo baixo, posso cheirar e sentir mais próximo o cheiro das flores no Jardim"
Imperial;" E do Cocô também "
Nelson Ned:" Ele não tem caráter"
Imperial;" Ele tem raiva de mim porque, um dia, eu tropecei nele nos corredores da Tupi" (!!!!!!!!!)"

DUDU
"Sempre a procura de novas atrações para o programa (de preferência inusitadas), recebemos informações de que na Zona Oeste do Rio, tinha um cantor meio amalucado "sensacional" que se apresentava em um Circo, e que, segundo ainda o informante, estava "prontinho para o sucesso!". Então,lógico, tocamos para lá... ao chegarmos vimos uma garota (muito bonita) jogando malabaris. O Imperial gostou e achou que sería legal ter uma no programa, mas desistiu pois ela não sabía dançar (anos mais tarde, apareceu uma no Casino do Chacrinha). Bom, voltando ao cantor: parecia um louco! Vestido de Elvis, gritando desafinados palavrões,dando cambalhotas, se atirando na platéia, o diabo! Imperial se entusiasmou e, imediatamente, bolou mil situações pra ele (vestido de Brucutú etc.). No final do show, fomos falar com "O Louco" que, aliás, sería o nome que o Imperial pensou em usar nele. Só então percebemos que o cara era louco mesmo!! ele era interno do H.C.E (Hospital do Exército no RJ) e tinha, não sei como, um jeito de escapar de lá para fazer shows. Não falava "coisa com coisa" e, em um certo ponto da conversa(!?), sempre me chamando de Roberto Leal, me perguntou se o Imperial ainda apresentava o Almoço com As Estrelas... fomos embora."



Escrito por Carlos Reichenbach às 12h43
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   Direto do Orkut 02

HISTÓRIAS DO IMPERIAL 02
- da comunidade CARLOS IMPERIAL -

DUDU
"Na opinião do Imperial, nessas premiações tipo "Gata Verão", "Rainha do Bumbum", "Garota Sereia", não importa muito, para os organizadores, quem será a vencedora. Ou seja: tanto faz ganhar qualquer uma das dez finalistas, pois todas elas, na opinião dele, são muito parecidas fisicamente e, por isso mesmo, merecedoras do prêmio. Mas na verdade, algumas se excedem e fazem de tudo para ganhar: sabotagem, fofóca, até a favores sexuais... Mas o caso que mais nos impressionou (até o Impéra se assustou!), foi o de uma concorrente, que fez isto tudo citado aí em cima e mais algumas outras coisas e, ao acabar o concurso, vencedora, dentro do carro - com sua mãe exultante - nos pediu para dar uma paradinha em frente a uma igreja, para acenderem uma vela e agradecerem a uma Santa a quem pediram ajuda no pleito (!). Antes de descerem do carro acrescentaram: " Nós sabíamos que iríamos ganhar, nossa santinha nunca nos abandona!" Imperial, enquanto observava a pequena liturgia, filosofou baixinho: "Meu Deus do Céu! Esta garota fez... (fez aquilo tudo descrito em cima) e ela e a mãe ainda acham que foi obra da Santa! PQP, isso é que é fé!!". Após o ato solene, saimos para deixá-la (junto com a mãe!) na casa do organizador do concurso para, digamos, os agradecimentos finais..."

DUDU
"Após muita confusão em sua vida, Wilson Simonal voltou ao Canecão com um show espetacular, impecável, enfim, no seu melhor estilo. Mas parte da imprensa passou a não gostar do Simona e, pior ainda, de nada mais em que ele estivesse envolvido (pricipalmente seu próprio show, claro.). No Rio, depois da estreia, o colunista de um jornal muito popular e bastante lido, botou pimenta na caneta e, além da crítica severa e desfavorável ao show, fez gracejos relacionados ao seu "problema" que, supostamente, já tería sido superado pela maioría. Segundo ato: O Jornalista está jantando no Beco Da Fome (RJ. Leme, entrada Prado Júnior), junto com sua mulher, quando sente uma coisa pousar em suas costas. É a mão do Simonal que, depois de xinga-lo de tudo o que lhe veio à mente, terminou com a frase: " vou te esperar lá fora, pois não bato em homem jantando e nem acompanhado". Saiu e ficou esperando. Não houve argumento que o tirasse dalí (chegou a sentar no meio-fio!). E o Jornalista, que não era de brigar, não saía de lá de maneira alguma. Madrugada a dentro, alguém teve a ideia de chamar o Imperial. Ele veio, papeou com o Simonal uns, digamos, 5 minutos... Simonal voltou pra dentro, ofendeu mais um pouco o jornalista, saiu e foi embora. O que o Imperial disse pra ele eu não sei mas, deu certo."

MARCO GRACIE
"Papai quando gostava de um artista,e queria lançá-lo, elefazia de tudo pra pessoa, professores, escolas, roupas, etc... Trouxe do Paraguai o Juan Zenon Rolon. E disse ao Juan que o nome dele agora seria Fábio. Mandava o Fábio repetir: Meu nome é Fábio, meu nome é Fábio, mais de 50 vezes. Aí deixou o Fábio em casa e foi até um orelhão mais próximo. De lá, ligou pra casa e o Fábio atendeu o telefone. E Papai disfarçando a voz perguntou: O senhor Fábio está?
 O Fábio respondeu que ali não tinha nenhum Fábio. E ouviu um esporro pelo telefone: Ô seu burro, não adiantou nada você repetir o seu nome? Fábio é você!"

DUDU
"Carlos Imperial e o jornalista Carlos Renato tinham a estranha mania de levar modelos, atrizes e cantoras para posarem montadas em um burrinho. Acho que eles achavam sensual e interessante. O burrinho, era alugado (por mim) na Praça Xavier de Brito (Tijuca RJ) e as fótos eram, vía de regra, feitas no final da Rua Uruguai, no mesmo bairro. Certo dia, o burrinho ficou doente e, eu e o dono dos animais, levamos um cavalo (branco, lindo!). Fomos recebidos com risadas e comentários tipo : "Pode dar meia volta e levar isso daqui ..." , "Tadinhos, ele não têm experiência!". "Vocês não sabem a diferença entre Erotismo e Pornografia...". Por fim, explicaram : "Prestem atenção! Uma mulher sentada em um burrinho, é erótico. Agora, uma mulher sentada em um cavalo é quase pornográfico!". Voltamos ( eu e o velhinho que achava aquilo tudo uma safadeza erótico/pornográfica ), e fomos arrumar um burrinho. Detalhe: Quem estava posando neste dia, era a cantora Clara Nunes..."



Escrito por Carlos Reichenbach às 12h40
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   Primeiras Impressões

O CHEIRO DO RALO - UM BELO FILME TORTO

 Heitor Dhalia já tinha apresentado um ótimo curta metragem à quatro mãos com Renato Ciascia, chamado CONCEIÇÃO (não confundir com o longa metragem dos alunos UFF), quando estreiou no longa metragem com o mórbido NINA. O humor negro, ácido e o "não se levar à sério", que eram as características mais marcantes de seu curta, eram eclipsados pelo visual sorumbático e modernoso do longa. NINA dava a impressão de querer ressuscitar os cacoetes do "neon-realismo" e causava a estranha impressão de ser um filme retardatário, um "Cidade Oculta" extemporâneo. Pior, ao contrário do filme citado, NINA carecia do carisma dos protagonistas do filme de Chico Botelho (Carla Camuratti, Arrigo Barnabé e Cláudio Mamberti). No entanto, havia em NINA um investimento salutar no risco da experimentação raro de ser encontrado em filmes de estréia. O empenho do diretor me pareceu, no entanto, extremamente prejudicado pelo histrionismo "indigesto" de sua protagonista. Por mais talentosa que seja a atriz principal (e pessoas de minha confiança afirmam que é) ficava difícil deter o olhar naquela personagem por mais de cinco minutos. A intenção explícita de trabalhar com protagonistas isentos de fotogenia e a abundância de elementos dramáticos e visuais - que conferiam a NINA um barroquismo de brechó - foram abandonados no segundo longa do diretor. Com um manancial dramático quase homeopático - um ralo entupido, um olho de vidro e uma magnífica bunda de mulher - Dhalia mergulha de cabeça na doença crônica do homem contemporãneo - a solidão.
 A primeira impressão que fica em O CHEIRO DO RALO é que Dhalia entendeu o cerne do enigma. Lá está Selton Mello, muito mais que um intérprete, um cúmplice do projeto fílmico. Uma escolha fundamental para um personagem essencialmente "scorseseano"; desagradável, misantropo, torpe, em suma: uma: pessoinha venal. Se nos interessamos imediatamente por um ser tão ignóbil é porque por trás de sua catadura existe um ator formidável, que constrói seu "herói larvar" com a mesma verve de um Paulo Villaça (em O BANDIDO DA LUZ VERMELHA), um Paulo César Peréio (em BANG BANG), ou mesmo (porque não?) de Carlos Imperial (em O MONSTRO CARAÍBA); afinal, não seria não esse comprador dos rebotalhos de almas penadas, um novo boçal individualista e esquizofrênico do terceiro mundo?
 Com um protagonista excepcional, um fotógrafo talentoso, uma ótima trilha musical, uma dezena de atores de apoio eficientes, diálogos e mise-en-scene afiadíssimos Heitor Dhalia realizou um dos mais belos filmes "tortos" do cinema sul-americano recente.



Escrito por Carlos Reichenbach às 03h32
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   Debate 02

SOBRE O ASSUNTO "A Religião no Século XXI"

 O Courrier Internacional [http://courrierinternacional.clix.pt/] públicou algumas semanas  atrás vários artigos dedicados à religião. Aqui fica um excerto do editorial assinado por Fernando Madrinha.

"O cristianismo está em franca expansão pelo mundo, embora as suas versões não católicas sejam as mais pujantes, e disputa espaço a outras religiões, nomeadamente ao Islão, em várias zonas do planeta. O islamismo, esse progride em vários pontos, incluindo a Europa, por força da imigração, e já pretende rezar na antiga mesquita de Córdova, o que leva o escritor espanhol Artuto Perez-Reverte a perguntar-se se seremos dignos das nossas catedrais. O hinduísmo nacionalista renasce com vigor redobrado e disposto a enfrentar sem disfarce os muçulmanos e os cristãos do subcontinente indiano. Tudo visto e considerado, católicos, protestantes e as duas maiores religiões não cristãs — o islamismo e o hinduísmo — estão em franco crescimento. Tinham mais crentes no ano 2000 (64 por cento da população mundial) do que um século antes (50 por cento), provando-se que as razões do advogado nigeriano já citado afinal não bastam para explicar a necessidade de Deus.
 Sucede, depois, que religião e política andam juntas em muitas sociedades — talvez na maioria se exceptuarmos as democracias europeias, pois o mesmo já é difícil dizer da norte-americana nos dias que correm — e não faltam mesmo os casos, como no Islão, em que o poder dos homens ainda é exercido em nome de Deus. O cruzamento entre a política e a religião alastra de forma preocupante um pouco por todo o planeta, do mundo árabe à África subsariana, passando pela Índia e pela América Latina. A ponto de até Hugo Chávez, «nem cristão, nem católico», segundo se afirmava, já invocar Jesus Cristo nos seus discursos. Ora, esta mistura explosiva entre o que é de Deus e o que é de César não augura nada de bom para a paz que se quer no mundo."

 Comentando o editorial, Frei Bento Domingos escreveu para o jornal virtual PÚBLICO  http://www.publico.clix.pt/
"
Se as religiões aumentam, também podem aumentar os seus méritos e patologias. No contexto das inquietações que a globalização suscita, não se pode evitar a pergunta: que podemos exigir às religiões para alimentar a esperança de que um outro mundo e uma outra relação com a natureza são possíveis e que podem começar já a ser ensaiados?
 Antes de mais, precisam de se entender, de dialogar, não só umas com as outras mas também no interior de cada uma. A liberdade religiosa deve ser o espaço que todas oferecem, umas às outras, e o pluralismo religioso deve ser o modo de viver no interior de todas. Sem isso, as religiões, na invocação da verdadeira fé e das suas exigências, endurecem doutrinas, eternizam costumes e rituais, que nasceram num determinado contexto, e resvalam para sistemas de intolerância e exclusão."

 Antes que me perguntem, não sou Baha´í; mas confesso que tenho fascínio  por suas idéias e filosofia. Um religião que prega como direito essencial dos homens: a educação, a saúde, a liberdade, a comida e, sobretudo, a cultura, tem algo de inovador e libertário em seu contexto.



Escrito por Carlos Reichenbach às 15h47
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   Debate 01

UMA SUGESTÃO PARA OS ORGANIZADORES
DOS DEBATES DO CCBB-SP

 Foi realizado em Portugal um das mais auspiciosas discussões sobre a questão mais delicada e polêmica do nosso tempo:
“A Religião no Século XXI: Motivo de Conflitos e Construtora de Paz”
 Os intervenientes foram o Padre Peter Stilwell, o Pastor Dimas de Almeida, Esther Mucznick, Faranaz Keshavjee e José Manuel Fernandes, diretor do jornal "Público".
 Seguem abaixo alguns depoimentos essenciais ocorridos no referido encontro e publicados no blog POVO DE BAHÁ [http://www.povodebaha.blogspot.com/].

Faranaz Keshavjee
"Desejo um feliz Ano Novo. Estamos a viver um período de renovação espiritual; estamos a celebrar o Naw-Ruz; e também nos aproximamos da Páscoa e do “Pesach”. Neste momento é claramente mais forte o que nos une do que o que nos separa.
 Os seres humanos têm necessidade de pensar em termos de bem e mal; também temos necessidade de procurar um motivo para o mal.
 Reflecti muito sobre a minha identidade como muçulmana após vários acontecimentos associados ao Islão. Primeiro foi o episódio de Salman Rushdie, e depois na TV quando fui convidada a comentar umas imagens em que crianças muçulmanas eram ensinadas a cometer actos violentos em nome de Deus.
 Não acredito que todos os conflitos a que assistimos tenham um cariz religioso.
 Não conheço o Islão de que falam os extremistas; mas não posso dizer que eles são, ou não, são muçulmanos. Afirmar que na génese do Islão há um elevado potencial de conflito é desviar a atenção dos verdadeiros problemas do mundo.
 Gostaria de perceber o que está por detrás destes comportamentos dos radicais. Não defendo radicais, nem terrorismo. Não percebo gente que se diz muçulmana e mata em nome de Deus. Mas também não percebo quem fala de “Eixo do Mal” e vê o mundo dividido entre Ocidente e “bárbaros”. Não consigo aceitar que os conflitos a que assistimos são de natureza religiosa.
 Percebo o que pode levar gente desesperada a cometer atos criminosos. Mas isto não é o Islão que eu conheço.
 A religião está a ser aproveitada para justificar atitudes extremistas, mas estas atitudes não estão na gênese da religião.
 A mim ninguém me convence que em nome do Islão alguém se deve fazer explodir num avião. Há muitas outras maneiras de contribuir para o bem da sociedade, e de uma forma muito mais positiva.
"

Padre Peter Stilwell
"
Temos diante de nós uma realidade conflitual. Mas nem toda a conflitualidade é violência; pode ser apenas tensão. No meio destes conflitos surge a religião; e pode surgir como fenômeno que alarga ainda mais a fraturas, em vez de as atenuar. Isto faz parte daquilo que designamos como “ambivalência do sagrado”.
 Olhando para os tempos modernos encontramos dois pratos da balança onde se manifesta esta ambivalência.
 Assim de um lado temos:
Irmandade Muçulmana
A Teologia da Libertação
Brigadas Vermelhas
ETA
IRA
Hamas
Hezbollah
Do outro lado encontramos:
Gandhi
Oscar Romero
Martin Luther King
Joao Paulo II
Dalai Lama
Ayatollah Sistani
 Note-se que as origens dos primeiros não se encontram nas classes mais desfavorecidas. Regra geral, os fundadores daqueles movimentos provêem das classes média e média alta; gostam de falar em nome, e a favor, dos mais desfavorecidos. Temos de ter presente que é uma classe média que se sente mal com os desenvolvimentos em curso e considera que isso ataca as suas raízes religiosas.
 Os autores do 11 de Setembro estavam convencidos que faziam algo que era desejado e apreciado por Deus. Um deles recitou uma oração de grande devoção momentos antes do impacto do avião onde ele seguia.
 Mas como convencer as pessoas que Deus não deseja o sofrimento dos nossos semelhantes?"

Esther Mucznik
"
Vou abordar apenas o aspecto dos conflitos religiosos.
 Podemos atribuir aos conflitos atuais uma dimensão religiosa?
 Podemos culpar o Islão pelos crimes dos terroristas ou o judaísmo pelo assassino de Yitzhak Rabin?
 Os autores desses crimes dizem que as suas mãos são movidas por Deus, mas nós, no Ocidente, dizemos que não. Teimamos que não! Pensamos que a religião é uma folha de parreira que cobre os verdadeiros problemas (que são políticos, económicos e outros).
 Os dirigentes religiosos Ocidentais não se revêem nas origens destes conflitos. A secularização tornou-nos incapazes de conceber ou aceitar o conceito de “Guerra Religiosa”. É algo que parece ter acontecido apenas no passado (as Cruzadas, a Inquisição, a Reforma e a Contra-Reforma, etc). E até parece que nos séculos mais recentes nunca houve guerras religiosas.
 Temos que levar a sério os lideres religiosos que afirmam que é Deus que guia os seus actos terroristas. Não adianta procurar nos textos religiosos os motivos deste tipo de comportamentos. Quando lemos os textos estamos a fazer uma escolha (uma interpretação); essa escolha é diferente da que fazem esses lideres religiosos radicais.
 Nos atuais conflitos, a novidade é o confronto entre o Ocidente “materialista”, “corrupto” e o Islão radical que pretende estabelecer um califado mundial. Temos hoje conflitos que fazem da religião uma ideologia de combate. A maioria dos dirigentes religiosos no Ocidente pensa que a religião é apenas um pretexto para o conflito; quando assumirem que se trata de uma guerra religiosa talvez se sintam mais responsabilizados para agir; enquanto isso não acontece, vão agindo como se aquilo nada tivesse a ver com eles. Hoje temos guerras de cariz religioso, por muito que isso nos desagrade e custe reconhecer.
 O diálogo inter-religioso tem de dar um contribuição para a atenuação dos conflitos religiosos."



Escrito por Carlos Reichenbach às 15h46
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   Toques

LANÇAMENTO DO LIVRO "POESIA NÃO VENDE"

O escritor e poeta Rodrigo Capella lança, no dia 03 de abril, o livro "Poesia não vende", na Livraria da Vila, das 18h30 ás 21h30. O livro defende que, atualmente, a poesia é mais consumida quando está associada ás outras artes, tais como cinema, teatro, música e pintura. "Poesia não vende" traz depoimentos de Ivan Lins, Barbara Paz, Carlos Reichenbach e Sérgio Ferro, entre outros. A Livraria da Vila fica na rua Fradique Coutinho, 915 - Vila Madalena. Mais informações: www.rodrigocapella.com.br


MOSTRA ROBERT BRESSON NO CCBB-SP

 A partir de 4 de abril, entra em cartaz no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB-SP),  a mostra Bresson e o Cinema Contemporâneo. Até 22 de abril, a programação especial reúne seis obras do cineasta francês Robert Bresson, exibidas junto a 12 filmes de autores recentes cuja linguagem segue nitidamente a escola bressoniana.
 O objetivo do projeto é justamente investigar a influência que Bresson exerce sobre o melhor do cinema contemporâneo, confirmando ser ele um dos mais presentes autores da história da sétima arte.  Através de filmes como Claire Dolan, de Lodge Kerrin, A Criança, de Jean-Pierre e Luc Dardenne, O Homem Sem passado, de AKi Kaurismaki, TIresia, de Bertrand Bonello, Plataforma, de Jia ZHang-Ke, é possível constatar a poderosa sombra das criações bressonianas em obras recentes, tanto de cineastas veteranos e renomados quanto de iniciantes promissores e, principalmente, de nomes surgidos na década de 80.
 Entre essa leva de realizadores contemporâneos, há expressiva representação de cineastas da Europa, Ásia e América. Durante a mostra, esses títulos estarão lado a lado com obras importantes do mestre francês, como As Damas do Bois de Bolougne, Diário de um Padre e O Processo de Joana D Arc. Esse contraponto é uma forma de pensar o cinema por meio das relações entre filmes e filmografias, a princípio distantes entre si.
 Baseado nessa mostra, haverá ainda a ação educativa do CCBB, Diálogos e Reflexões: Cinema, no dia 14 de abril, com um programa voltado não só para educadores e multiplicadores, mas também para o público em geral interessado na linguagem audiovisual e, especialmente, na sétima arte.

PROGRAMAÇÃO
Quarta-feira, 4 de abril: 14h30 - O Rio (115 min); 17h - Claire Dolan (97 min); 19h30 - As Damas do Bois de Boulogne (84 min)
Quinta-feira, 5 de abril: 14h30 - Gente da Sicília (76 min);17h - O Homem Sem Passado (97 min);19h30 - Diário de um Padre (115 min) - Exibição em DVD
Sábado, 7 de abril: 14h - A Humanidade (148 min);17h - O Elogio do Amor (97 min); 19h30 - Pickpocket - O Batedor de Carteiras (75 min)
Domingo, 8 de abril: 14h - O Processo de Joana D Arc (65 min);17h - A Grande Testemunha (96 min);19h30 - Mouchette, A Virgem Possuída (87 min)
Quarta-feira, 11 de abril: 14h30 - Uma Vida em Segredo (98 min);17h - Mouchette, A Virgem Possuída (87 min);19h30 - Tiresia (115 min)
Quinta-feira,12 de abril: 14h30 - A Criança (100 min);17h - A Grande Testemunha (96 min);19h30 - Espelho Mágico (137 min)
Sexta-feira,13 de abril: 14h30 - Uma Mulher Contra Hitler (117 min); 17h - O Processo de Joana D Arc (65 min); 19h30 - A Criança (100 min)
Sábado, 14 de abril: 14h - Plataforma (154 min); 17h - Pickpocket - O Batedor de Carteiras (75 min); 19h30 - Uma Mulher Contra Hitler (117 min)
Domingo, 15 de abril: 14h - A Humanidade (148 min);17h - Diário de um Padre (115min) - Exibição em DVD;19h30 - As Damas do Bois de Boulogne (84 min)
Terça-feira, 17 de abril: 19h - Mesa-Redonda: Bresson, Hoje
Quarta-feira, 18 de abril: 14h30 - As Damas do Bois de Boulogne (84 min);17h - Tiresia (115 min); 19h30 - Uma Vida em Segredo (98 min)
Quinta-feira, 19 de abril:14h30 - Diário de um Padre (115 min) - Exibição em DVD;17h - O Elogio do Amor (97 min);19h30 - O Homem Sem Passado (97 min)
Sexta-feira, 20 de abril: 14h30 - Pickpocket - O Batedor de Carteiras (75 min);17h - Gente da Sicília (76 min); 19h30 - Claire Dolan (97 min)
Sábado, 21de abril: 14h - Espelho Mágico (137 min);17h - O Processo de Joana D Arc (65 min); 19h30 - O Rio (115 min)
Domingo, 22 de abril: 14h - Plataforma (154 min);17h - A Grande Testemunha (96 min);19h30 - Mouchette, A Virgem Possuída (87 min)

SERVIÇO
Bresson e o Cinema Contemporâneo
Local: Cinema (125 lugares)
Ingressos: R$ 4,00 e R$ 2,00 (meia-entrada)
Centro Cultural Banco do Brasil - Rua Álvares Penteado, 112 - Centro - São Paulo
Informações: (11) 3113-3651 / 3113-3652 - www.bb.com.br/cultura

APONTAMENTO DO COMODORO
 Quem nunca assistiu "Pickpocket - O Batedor de Carteiras", "A Grande Testemunha (Balthazar)"  e "Mouchette, A Virgem Possuída", não pode perder a oportunidade. Esses três filmes, ao lado de "Um Condenado à Morte Escapou" (ausente da mostra), estão entre os 100 melhores filmes já realizados na história do cinema.



Escrito por Carlos Reichenbach às 13h24
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   Para Colecionadores

DA COMUNIDADE "MÚSICA FORA DE CATÁLOGO - MFDC"

 O colecionador Cesar Mancuso disponibilizou sua coleção de lps de Franck Pourcel, incluindo discos adquiridos no Uruguai.
 Volto a repetir que comunidades como esta realmente justificam a palavra "comunidade".
http://www.4shared.com/file/12732290/28257e06/Franck_Pourcel_-_All_By_Myself_1976.html
http://www.4shared.com/file/12304897/428c0969/Franck_Pourcel_-_Cole_Porter_Story_1974.html
http://www.4shared.com/file/12087835/f23c164e/Franck_Pourcel_-_Amor_Danza_y_Violines_42_Uruguai_1974.html
http://www.4shared.com/file/11805333/50c84720/Franck_Pourcel_-_Le_premier_pas_1974.html
http://www.4shared.com/file/12004037/30e4c2f5/Franck_Pourcel_-_Concorde_1976.html
http://www.4shared.com/file/12058920/3a7c6d50/Franck_Pourcel_-_Paris_1975.html

Franck Pourcel - Pages Celèbres #7 [Uruguai, 1969]
01. Dança Macabra, Op. 40 (Camille Saint-Saens)
02. Canção Hindu, de 'Sadko' (Nicolai Rimsky-Korsakoff)
03. Galop, de 'La Gioconda' (Amilcar Ponchielli, Boito, P. Solanges)
04. Tema da Sinfonia 'Patética' (Peter I. Tchaikowsky)
05. Ave Maria (J. S. Bach, C. Gounod)
06. Dança Húngara n. 1 (Johannes Brahms)
07. Adágio para cordas e órgão (Tommaso Albinoni)
08. Dança de Anitra, de 'Peer Gynt' (Edvard Grieg)
09. Dança das Horas, de 'La Gioconda' (A. Ponchinelli, Boito, P. Solanges)
10. Canção de Solveig, de 'Peer Gynt' (Edvad Grieg)
http://www.4shared.com/file/12997807/2d705cd9/Franck_Pourcel_-_Pages_Celbres_vol_7_Uruguai_1969.html


TIM MAIA - RARÍSSIMO
Raridade de Tim Maia (cantando em inglês)
do blog ORIGINAL FUNK MUSIC
http://fhensofunkmusic.blogspot.com/
- para baixar faixa a faixa -
http://www.4shared.com/dir/2299025/f40e2157/Tim_Maia.html


Trilhas Sonoras
(todas no blog VIAGEM MUSICAL, de Silvia Costa e Carlos Eduardo Gastal)
Against All Odds / Paixões Violentas
Airport 1975 / Aeroporto 1975
American Gigolo / Gigolô Americano
An Affair To Remember / Tarde Demais Para Esquecer
Beaches / Amigas Para Sempre
Bilitis / Bilitis
Black Stallion Returns, The / A Volta do Corcel Negro
Burning, The / Chamas da Morte
Carrie / Carrie, A Estranha
Cine Classics Standards
Claudine / Claudine
Competition, The / A Competição
Deep, The / O Fundo do Mar
Dreamgirls / Dreamgirls
Foul Play / Golpe Sujo
Fratello Sole, Sorella Luna / Irmão Sol, Irmã Lua
Garota de Ipanema
Glory / Tempo de Gloria
Good German, The / O Bom Alemão
In & Out / Será Que Ele É?
Indecent Proposal / Proposta Indecente
Jonathan Livingston Seagull / Fernão Capelo Gaivota
Labyrinth / Labirinto
Les Uns Et Les Autres / Retratos da Vida
Love Is A Many Splendored Thing / O Suplício de Uma Saudade
Love Story / Love Story
Mahogany / Mahogany
Notes On A Scandal / Notas do Escândalo
Passengers / Passengers
Planet Of The Apes / Planeta dos Macacos
Pulp Fiction / Pulp Fiction, Tempo de Violência
Queen, The / A Rainha
Sense and Sensibility / Razão e Sensibilidade
Song Of Bernadette, The / A Canção de Bernadette
Sunflower / Os Girassóis da Rússia
Thank God It's Friday / Até Que Enfim É Sexta-Feira
Thomas Crown / Thomas Crown
Threesome / Três Formas de Amar
To Sir With Love / Ao Mestre Com Carinho
Wraith, The / A Aparição
http://viagemusical.blogspot.com/

do blog "You Don't Have To Visit This Blog"
http://youdonthavetovisit.blogspot.com/
TRILHA SONORA DE "ACOSSADO"
+ "UM SÓ PECADO" + "DUAS INGLESAS E O CONTINENTE"
+ A NOIVA DO PIRATA + O ESCÂNDALO
http://www.megaupload.com/pt/?d=Y7TW700K
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Escrito por Carlos Reichenbach às 12h08
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