Sobre Música

EM BUSCA DE MÚSICA BOA

De Ricardo para Comodoro
 Sou estudante de jornalismo na Federal da Paraíba em João Pessoa e leitor assíduo do seu blog. Hoje estava numa aula de história do documentário cinematográfico e tive a grata surpresa de assistir pela primeira vez as obras de Humberto Mauro. O professor escolheu passar o conjunto em VHS chamado "Brasilianas", uma seleção de curtas-metragens que o diretor realizou enquanto trabalhou para o INCE - Instituto Nacional de Cinema Educativo. Os curtas basicamente imagens sertanejas com as chamadas cantigas do interior, como "Chuá, Chuá" ou "A casinha pequenina". Também sou músico e amo colecionar boas músicas.
 Durante a exibição tive um click, virei para o amigo Arthur Lins que estava do meu lado e lembrei a ele: "essas músicas me lembram o blog do Carlão". E ele completou: "um historiador musical...". Bom, seria inevitável então não vir aqui, ressaltar a história e deixar a pergunta: você teria essas músicas no seu acervo? As trilhas utilizadas por Humberto Mauro na série Brasilianas? Algumas são extremamente bem tratadas instrumentalmente e eu tenho a curiosidade de ter, em especial, uma que não está no VHS que assisti, mas, disponível no Youtube. Seria "A velha a fiar". Clássica cantiga bem no estilo "brincadeira", semelhante a "Árvore da montanha". Posso fazer as devidas conversões de arquivos e gerar um com o audio, porém, há uma perda de qualidade.
 Além dessa música, tenho outra pergunta em especial. Também sou frequentador da comunidade "Música Fora de Catálogo" no orkut e estou há quase 1 mês esperando resposta que não obtive. Se alguém consegue a música "Preciso aprender a ser só" cantada por Elizeth Cardoso. Existe uma versão fácil de se achar no Emule e Youtube cantada por Elis Regina, mas essa versão da Elizeth, que foi remixada no espetáculo "Nó" da Cia de Dança Deborah Colker, simplesmente não consigo achar. Conto com sua ajuda! Grande abraço.

De Comodoro para Ricardo

 Seguem abaixo os endereços de alguns excelentes blogs dedicados a música brasileira. Como seus editores são - normalmente - pesquisadores sérios, acho que não será difícil localizar as músicas que você está procurando.
http://divasdobrasil.blogspot.com
- que disponibilizou o lp ELIZETH CARDOSO – Copacabana 1976 - http://rapidshare.com/files/12249073/ELIZETH.zip.html
http://loronix.blogspot.com
http://abracadabra-br.blogspot.com/
http://acervoorigens.blogspot.com/
http://www.sebomusical.com.br/blog/
http://miscelaneavanguardiosa.blogspot.com/
http://gringo-musicadaboa.blogspot.com/
http://arquivossonoros.blogspot.com/

 É uma pena, aqui você encontrava o lp ELIZETH CARDOSO - LIVE IN JAPAN, que inclui a faixa "Eu preciso aprender a ser Só":
http://loronix.blogspot.com/2006/11/elizeth-cardoso-live-in-japan-1978.html

 Aqui você encontra canções tradicionais como CASINHA PEQUENINA:
http://loronix.blogspot.com/2006/11/trio-surdina-ouvindo-trio-surdina.html



Escrito por Carlos Reichenbach às 17h56
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   Ecos Cinéfilos

FRANCISCO CESAR FILHO INFORMA

"ESPETO", "PUGILE" e 'DOCUMENTÁRIO 2" em pré-estréia.

 Dionísio Neto e Cacá Carvalho em "ESPETO", de Sara Silveira & Guilherme Marback. Foto de cena de Luciana Figueiredo.

 O Cinesesc promove sessão especial reunindo três novos curtas-metragens paulistas que acontece em 24 de abril, terça-feira, às 21h30, no CineSesc (Rua Augusta 2075, Cerqueira César, entrada franca com distribuição de senhas trinta minutos antes e coquetel após a projeção). Na ocasião são exibidos “Espeto”, de Sara Silveira & Guilherme Marback, “Pugile”, de Danilo Solferini, e “Documentário 2”, de Rene Brasil. A programação faz parte do projeto Ponto Curta, do CineSesc, e a produção do evento é da Mostra do Audiovisual Paulista.
 “Espeto” é uma comédia de humor negro que destaca em seu elenco Cacá Carvalho, Dionísio Neto, Helena Ignez, Bertrand Duarte, Luis Henrique, Arly Arnaud, Jiddu Pinheiro e José Ferro. Carlos Reichenbach responde pela fotografia do filme, que tem trilha sonora de Livio Tragtenberg. “Pugile” acompanha dois irmãos – interpretados por Gustavo Brandão e Diogo Junqueira – imersos em seus mundos particulares e conta com participação de Lourenço Mutarelli (“O Cheiro do Ralo”). Já em “Documentário 2” discute a produção e a forma do cinema brasileiro e é assumidamente inspirado no curta-metragem “Documentário” (1966), de Rogério Sganzerla.

 Infelizmente, o editor do blog não vai poder estar presente no evento, por causa do curso de "Cinema de Genêros" que está misnitrando na Academia Internacional de Cinema.


Consultor de roteiros de Bergman e Saura no Brasil

            Estão abertas as inscrições para o workshop intensivo com um dos consultores de roteiro mais requisitados do mundo, Miguel Machalski, que vem ao Brasil pela primeira vez. Machalski é professor de roteiro da EICTV em Cuba dentre outras escolas e universidades, da América Latina à Indonésia. A lista de filmes em que trabalhou (melhor detalhada no release abaixo) inclui filmes de cineastas importantes e renomados como Ingmar Bergman, Clint Eastwood e Brian De Palma, além de jovens como Marcelo Piñeyro e Alejandro Amenábar. Quem tem um roteiro de longa "na gaveta" pode começar a se preparar.
 As inscrições podem ser feitas através do endereço eletrônico
cursos@ouroboroscinema.com.br ou pelo telefone (11) 3571.1877. O workshop, cujo preço é R$ 880,00 (podendo ser dividido em duas parcelas de R$ 440,00), acontece de 21 a 25 de maio (segunda a sexta-feira), das 9h00 às 14h00, na Cultura Inglesa (Rua Madre Cabrini 413, Vila Mariana, São Paulo).


Sala Maria Antonia aberta a sessões especiais.

 A charmosa Sala Maria Antonia (Rua Maria Antonia 283, Vila Buarque, São Paulo), que integra o Circuito PopCine, está aberta a propostas de realização de pré-estréias e sessões especiais para convidados às segundas-feiras. Maiores informações pelos telefones (11) 3021.8544 e 3211.0069.
 O Circuito PopCine é um projeto de formação de um circuito de cinemas digitais voltados prioritariamente à cinematografia brasileira. São salas de no máximo 100 lugares, com ingressos populares.



Escrito por Carlos Reichenbach às 14h09
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   Ecos Sonoros

DEU NO "COLUNAS & NOTAS"
de Marcelo Pestana e Carlos Cirne


“Virginia Rosa - Samba a Dois”
por Armando Bravi

 Primeiro são os olhos, brilhantes, sorrindo e me dando boas vindas.  Daí vem o cabelo cheio, subindo em direção à luz. Rosto cintilante sobre escuro background.
 Ombro nú, fugindo da seda branca... Mais segredos, quiçá delícias...  O primeiro acorde soa e - como uma Rita Lee atordoada nesta Sampa novaiorquina - lá vou eu de cabeça e ouvidos no mais novo CD de Virginia Rosa: "Samba A Dois", produzido pela Mesa2 Produções Artísticas. ‘Quem se atreve a me dizer do que é feito o samba?’
 É a primeira frase que me pega, como se a moça sorridente da capa me convidasse a cometer o que não se deve, a me abrir para surpresas e decisões inesperadas, no belo samba de Marcelo Camelo que dá título ao CD. E a primeira parada no tal do inesperado é o cover de umas das minhas músicas favoritas de Marcos e Paulo Sergio Valle: "Que Bandeira".
 Pode ser delírio meu, mas esta é a primeira versão que ouço em que a concordância verbal está correta:
 ‘Tô sabendo de VOCÊ, tô sabendo PODE crer’. Sempre ouví o verbo ‘poder’, do refrão, na segunda pessoa do plural. Delirei? Talvez...
 Aos poucos a voz talentosa e extremamente bem colocada (ela sabe ser técnica sem perder o tesão) vai me enchendo de sensações familiares: sons de quando eu crescia num mundo sem computador arrumando voz desafinada, tempo onde só se gravava se tivesse o talento necessário para tanto, e não o software certo. 
 Virgínia não me leva ladeira da memória abaixo por gravar coisa antiga e/ou copiar som alheio e velho amigo dos meus ouvidos cansados da falta de conteúdo, nauseado de tanto enlatado ruim.
 Tudo talento mentiroso, que só serve ao produtor inescrupuloso e estupra musicalmente um público sem informação, sem qualquer senso de História... Quando não se conhece o passado, qualquer estória passa como verdade, não é?  Até roubada mentirosa e descarada. 
 Esse é o barato do som da Virgínia: ele não mente!
 ‘Essa poesia veio mesmo a calhar, nessa madrugada fria, nessa noite sem luar...’
 O frio novaiorquino este ano veio esquisito e indefinido: em menos de dois dias fui de camiseta e chinelo até várias camadas de roupa pra poder não virar picolé tropical em terra estrangeira.
 Chapéu, luva, cachecol e Virginia no i-Pod, aquecendo tudo, derretendo todas as neves.
 Troco/toco para alguns amigos daqui algumas faixas do CD e eles piram, simplesmente piram com a voz e a levada da moça. 
 Ficam antenados na respiração correta dela: apoio vocal é coisa rara no Brasil, sabiam? Quando mostro as fotos do livreto, aí a coisa endoida: os machões querem comê-la, as bichinhas querem dublá-la e as indecisas ficam se imaginado fora de um ou dois armários.
 É que dona Virgínia Rosa é uma mulher muito da gostosa, muito da bonita, visual saudável muito bem traduzido nas fotos do livreto.
 Que bom ver o talento de Gal Oppido forte como sempre. Muito bonito o trabalho gráfico todo - mesmo sem existir o número na frente dos títulos de cada faixa. Aliás, minha única birra com o projeto: cadê o número das faixas??? Lembram quando a gente tinha que ficar contando faixa de LP?  Pois é, algo parecido...
 Voltando aos ouvidos: acho a gravação de "Madrugada", de Luisa Malta, uma obra-prima.
 A forma com que os talentos envolvidos foram criando um som que, aos poucos, vai colocando camada sobre camada, com direito à música incidental "É Preciso Perdoar", de Alcivando Luz e Carlos Coquejo. E quando se pensa que pararam, eles mandam a versão inglesa da mesma, "You Must Forgive", de Arto Lindsay. E não fica pesado, não! Tudo bem medido, sem desnecessária gordura. Coisa de conteúdo definindo o formato. Só faz quem tem talento, viu?
 ‘Não me vejo no espelho, prá não me ver acompanhado...’
 Maravilha trazer o Candeia para uma platéia mais jovem, com a canção "Quero Estar Só" (prá quem está ficando velho ranzinza, essa faixa do CD é perfeita!!!). Eu estou achando que ultimamente só vale mesmo talento que tem conhecimento acumulado. Essa de ficar plagiando, e chamando de ‘sampling’ e/ou ‘homenagem‘, só soma à feiúra do planeta e à iniqüidade vigente na indústria fonográfica.
 E Virgínia vem com jeito de quem gosta de fazer dever de casa; com jeito de quem tem confiança suficiente no talento próprio para não ter medo de História, do que rolou antes, gente que não precisa roubar som alheio para fazer sucesso. O amor ainda é a ausência de engarrafamento - e o tráfego anda muito parado! São tantos os que se acham novidades e revolucionários, baseados no que não sabem, no que ignoram, somente conseguindo resultados por causa da tal da falta de informação do público. Mas não é esse o jogo aqui, tanto da cantora quanto da produção e dos músicos.
 A arte aqui é genuína e pertinente: ouço Alciones, Beths, Claras e Maysas, mas o som é Virgínia Rosa do começo ao fim! 
 Posso ficar falando deste CD por horas, mas não seria producente. Afinal, o legal é você sair para comprar esta pérola da moderna produção musical brasileira, assim que acabar de ler esse texto.  Antes de terminar, porém, gostaria de chamar a atenção para um outro cover do disco: "As Rosas Não Falam". A idéia para o arranjo já é ousada: imaginem se Astor Piazzola tivesse composto tal canção!
 Daí a banda pega tal idéia e leva para um nível maior, mais alto. Não acredito em perfeição (coisa chata demais!), mas essa versão para o clássico de Cartola chega perto. Usando uma expressão nada minha: Gol de placa! Aliás, não tem trave alguma no disco, só gol mesmo.
 E um dos melhores está na faixa bônus "Sonho e Saudade" de Tito Madi, gravada para o filme de Carlos Reichenbach "Bens Confiscados".  Depois de uma viagem musical incrível e completa, Virgínia se despede com um som intimista e acarinhante, com todas as promessas cumpridas, todos os convites ao que não se deve, cometidos. Pois não é que ela se atreveu a me dizer como é feito o samba? 
 A dois, três, quatro, cinco... Mil...   Ela sabe, nela cabe.  ‘...este meu coração gosta tanto de você, tanto tanto de você...’
ARMANDO BRAVI (COLUNAS & NOTAS)

OUTRAS VOZES
 "Virgínia Rosa é uma das maiores cantoras brasileiras atualmente. A prova está em seu terceiro CD, Samba a dois, lançado pela Eldorado em parceria com a Distribuidora Independente. Sem gravar desde 2001, o novo trabalho traz a sofisticação da artista e o bom gosto na escolha de um repertório que vai de compositores contemporâneos até os já clássicos.
 Essa pluralidade vem da escola de Virgínia, que foi vocalista na banda de Itamar Assumpção. Em seu caminho solo sempre primou pelo bom gosto musical e coloca seu vozeirão a serviço de grandes obras. Longe do marasmo óbvio das regravações, Virgínia pesquisa seu repertório com afinco e desenvolve com sua personalidade forte e marcante.
" - BETO FEITOSA (site ZIRIGUIDUM)

 Site de Virgínia Rosa http://www2.uol.com.br/virginiarosa/



Escrito por Carlos Reichenbach às 13h23
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   Comencini

LUIGI COMENCINI
MAIS UMA PERDA DO CINEMA MUNDIAL

 Faleceu em Roma, no dia 06 de Abril, Luigi Comencini, considerado - ao lado de Dino Risi, Mario Monicelli e Ettore Scola - um dos pais da comédia italiana. Dirigiu os maiores atores do gênero da Península (Sordi, Totò, Gassman, Manfredi, Mastroianni e Tognazzi), e - como bem afirmou o cineasta Nirton Venâncio - "Comencini sempre me lembra atrizes belíssimas como Gina Lollobrigida, Silvana Pampanini, Catherine Spaak, Senta Berger, Claudia Cardinale, Laura Antonelli, Stefania Sandrelli, Silvana Mangano, Monica Vitti, Virna Lisi e várias outras.".
 Comencini nasceu em Salò, em 8 de Junho de 1916 e tem em seu currículo 50 filmes como diretor, onde se destacam "Pão, Amor e Fantasia", "A Garota de Bube" e "Quando o Amor é Cruel", "Semeando a Ilusão" e, uma das mais belas óperas já filmadas, "A Boêmia de Puccini", com Barbara Hendricks e Jose Carreras.


 Comencini, que era devoto da Igreja Prebiteriana Valdese, realizou o melodrama mais contundente da história do cinema, "Quando o Amor é Cruel" (Incompresso - 1966), sua obra-prima, que narra a história de um diplomata inglês (Anthony Quayle), recém viúvo, que se estabelece em Florença, Itália, com seus dois filhos pequenos e tenta fazê-los superar a perda da mãe; como o filho caçula, por questões de saúde, exige maiores cuidados, o diplomata parece ir se distanciando gradativamente do outro, até uma tragédia mudar o rumo da história.
 O belo e melancólico "A Garota de Bube", adaptado do romance homônimo de Carlo Cassola, mostra as seqüelas do pós-guerra e uma Claudia Cardibale no apogeu de seu explendor.
 "Comencini deve a sua fama internacional sobretudo à comédia Pane, amore e fantasia (Pão, Amor e Fantasia) (1953), interpretado por Vittorio de Sica e Gina Lollobrigida, que ganhou o Urso de Prata no Festival de Berlim.
 Em 1974, o seu filme "Delitto d´amore" representou a Itália no Festival de Cannes e, em 1986, realizou "Un ragazzo di Calabria", que foi apresentado a concurso no Festival de Veneza em 1987, numa edição em que Comencini recebeu o Leão de Ouro pela sua carreira de realizador.
" - WIKIPEDIA
«Comencini è un regista serio ma non serioso, divertente ma mai comico, una persona che sa far adattare i propri attori ai propri ruoli con maestria ineguagliabile» - (Nino Manfredi)
"Eu acho que um filme deve provocar sentimentos e não representar idéias, porque as idéias acompanham os sentimentos e não o contrário.". - (Luigi Comencini)


Filmografia
Marcellino (Marcelino, Pão e Vinho - 1991)
Buon Natale... Buon anno (1989)
Bohème, La (A Boêmia de Puccini - 1988)
"Français vus par, Les" (1988) (mini) TV Series
Ragazzo di Calabria, Un (1987)
Storia, La (1986) (TV)
Cuore (Cuore, Lembranças do Coração - 1985) (TV)
Cercasi Gesù (1982)
Matrimonio di Caterina, Il (1982) (TV)
Voltati Eugenio (1980)
Ingorgo - Una storia impossibile, L' (1979)
Signore e signori, buonanotte (1978)
Gatto, Il (1978)
Basta che non si sappia in giro!... (1976) (segment "Equivoco, L'")
Donna della domenica, La (1976)
Quelle strane occasioni (Aquelas Estranhas Ocasiões - 1976) (segmento "Ascensore, L'")
Delitto d'amore (Delito de Amor - 1974)
Mio Dio come sono caduta in basso! (Trágica Decadência - 1974)
Scopone scientifico, Lo (Semeando a Ilusão - 1972)
"Avventure di Pinocchio, Le" (1972) (mini) TV Series
Infanzia, vocazione e prime esperienze di Giacomo Casanova, veneziano (As Primeiras Experiências Amorosas de Casanova - 1969)
Senza sapere niente di lei (Initmidade Sexual - 1969)
Italian Secret Service (Serviço Secreto à Italiana - 1968) aka Russes ne boiront pas de Coca Cola!, Les (France)
Incompreso (Quando o Amor é Cruel - 1966)
Compagno Don Camillo, Il (1965)
Bugiarda, La (Mulher de Muitos Amores - 1965)
Bambole, Le (As Bonecas - 1965) (segmento "Trattato di Eugenetica, Il")
Mia signora, La (A Minha Senhora - 1964) (segmento "Eritrea")
Tre notti d'amore (Três Noites de Amor - 1964) (segmento "Fatebenefratelli")
... aka Three Nights of Love
Ragazza di Bube, La (A Garota de Bube - 1963) 
Commissario, Il (1962)
A cavallo della tigre (1961)
Tutti a casa (Regresso ao Lar - 1960)
Und das am Montagmorgen (Isto na Segunda de Manhã - 1959)
Sorprese dell'amore, Le (Asurpresas do Amor - 1959)
Mogli pericolose (Mulheres Perigosas - 1958)
Mariti in città (Esses Maridos - 1957)
Finestra sul Luna Park, La (1956)
Bella di Roma, La (A Bela de Roma - 1955)
Pane, amore e gelosia (Pão, Amor e Ciúme - 1954)
Pane, amore e fantasia (Pão, Amor e Fantasia - 1953)
Tratta delle bianche, La (Mercado de Mulheres - 1953)
Valigia dei sogni, La (1953)
Heidi (Heidi - 1952)
Ospedale del delitto, L' (1950)
Persiane chiuse (Janelas Fechadas - 1950)
Imperatore di Capri, L' (O Imperador de Capri -1949)
Proibito rubare (É Proibido Roubar - 1948)
Bambini in città (1946)



Escrito por Carlos Reichenbach às 10h27
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