Conceição

FINALMENTE, CONCEIÇÃO CHEGA ÀS TELAS
foto de cena: Daniel Caetano

 Na extrema esquerda, o diretor e montador Ricardo Miranda, em notável performance.

 Segunda-feira, dia 16 de julho, "CONCEIÇÃO - AUTOR BOM É AUTOR MORTO", o longa metragem realizado com gigantesca dedicação e sacrifício por alunos da Universidade Federal Fluminense, será exibido no CineSesc, em pré-estréia, comemorando o aniversário do primeiro ano de existência do site CINÉTICA. O lançamento em circuito comercial do filme acontece em 27 de julho, no Rio de Janeiro e em São Paulo.

SINOPSE:
 "Conceição – Autor Bom É Autor Morto" nasceu da vontade de fazer um filme sobre o que se pode fazer em cinema e o que se espera de quem faz cinema – ou seja, um filme sobre o que as pessoas querem ver no cinema. O enredo central, ao final, trata da história de um combate, uma briga entre autores que só querem conversar, embriagados e relaxados, e personagens malcriados e enraivecidos. O filme apresenta as histórias destes personagens entrecortadas pelas conversas dos autores, guiado por um eterno Fugitivo (Augusto Madeira) – que, perseguido por um implacável Caçador (Jards Macalé), irá liderar os demais personagens na revolta contra seus criadores. Em meio a tudo isso, há depoimentos de pessoas sobre como seria o filme que gostariam de fazer; há um telejornal que parece parodiar a paródia das paródias; há um ovo frito; há um cemitério; há samba, rock'n'roll, funk, rumba e jazz; há uma enfermeira perigosa; há uns músicos no bar; há uma escada bamba; há um Papa; há uma longa tela preta; há bebidas y otras cositas más; e há uma mulher nua, que ninguém sabe de onde veio.

FICHA TÉCNICA
Conceição - Autor Bom é Autor Morto
Longa metragem de 78 minutos
Brasil, 2007

um filme de André Sampaio, Auíra Ariak, Carlos Sanches, Carolina Medeiros, Cynthia Sims, Daniel Caetano, Fernan Donan Tunes, Flávia Cândida, Guilherme Sarmiento, Julia Moraes, Leandra Lambert, Leonardo Abreu, Luís Eduardo Carmo, Marcelle Morgan, Marcelo de Souza, Marcio Menezes, Miguel Bastos, Patricia Bárbara, Pedro Moreira, Renata Reis, Samantha Ribeiro, Taiis Pavão, Tereza Alvarez e muito mais...

Com Augusto Madeira, Jards Macalé, Isabel Tornaghi, Joana Medeiros, Vera Barreto Leite, Rose Abdalah, Thelmo Fernandes, Djin Sganzerla, Dado Amaral e grande elenco!

produção:
UFF
CTAv
Inventarte / Carcará filmes
Pecego Produções/ Duas Mariola
apoio:
Labocine
distribuição:
Riofilme

Trailer (editado por Ricardo Miranda):
http://www.youtube.com/watch?v=ettjrWQ4zSs



Escrito por Carlos Reichenbach às 17h41
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   Corrente Sonora

UMA PÉROLA DA HISTÓRIA DA MÚSICA

 Historicamente, "Bist Du Bei Mir" faz parte do Caderno de Notas de Anna Magdalena Bach (a jovem segunda mulher de Bach, que era uma exímia cravista). Neste Caderno ela anotou inúmeras peças musicais que ambos tocavam juntos e/ou compunham. "Bist Du Bei Mir" foi originalmente composta para ser cantada. Posteriormente foi arranjada para cordas e orquestra.
 "Bist Du Bei Mir" serviu de inspiração - por sugestão de Godard - a Georges Delerue para compor o "Theme de Camille", da trilha sonora de "O Desprezo", que foi - posteriormente - utilizada por Martin Scorsese nos créditos de "Cassino".
 Como sempre faço trabalhando com meus cúmplices de trilha sonora, eu filmo usando play-backs de músicas conhecidas (ou não) já gravadas e na etapa da montagem jogo o desafio (leia-se o "abacaxi") nas mãos deles. Em "Filme Demência", Manoel Paiva e Luiz Chagas recompuseram a Oitava Sinfonia de Gustav Maller (que foi dedicada a Goethe); em "Dois Córregos", Ivan Lins e Nelson Ayres reinventaram "Free As A Bird", de Lennon; em "Garotas do ABC", Nelson Ayres e Marcos Levy ressuscitaram Marvin Gaye; em "Bens Confiscados", Ivan Lins invadiu a "praia" de Dennis e Brian Wilson; finalmente, no inédito "Falsa Loura", que é (quase) um musical, Marcos Levy "incorporou" os espíritos de Roy Orbison e Peter Tosh, e Nelson Ayres compos todas as músicas que substituiram as gravações clássicas de Martin Denny, Les Baxter, Jackie Gleason e Bobby Hackett que foram utilizadas na filmagem. A genialidade de Ayres conseguiu transfigurar um arremedo de música celta (que foi utilizada, com certa ironia, na montagem de uma seqüência onde os protagonistas passeiam por um haras) numa bellíssima peça que evoca Radamés Gnatalli e Heitor Villa-Lobos. No entanto, na hora de substituir "Bist Du Bei Mir" orquestrada (que norteou a atmosfera da cena de amor entre os personagens de Rosanne Mulholland e Maurício Mattar), Ayres insisitiu em manter o original de Deus (leia-se Bach) e regravou a peça com exímios violinistas, óboe, cellos, etc.
 Na verdade, este post surgiu no intúito de divulgar um blog obrigatório ao cultores do melhor da música clássica, o P. Q. P. Bach :
http://pqpbach.blogspot.com/

 BIST DU BEI MIR (cantado) - Do filme "CRÔNICA DE ANNA MAGDALENA BACH, de Jean-Marie Straub
http://www.4shared.com/file/19817657/a3b24908/Bist_Du_Bei_Mir_-_Petite_Suite_DAnna_Magdalena_Bach.html

 BIST DU BEI MIR (orquestrado)
http://www.4shared.com/file/19824749/9c6ea47/Bist_Du_Bei_Mir_-_Orquestrado.html

 THEME DE CAMILLE - Dos filmes "O DESPREZO" e "CASSINO"
http://www.4shared.com/file/19824510/ee972c8/Theme_de_Camille.html

ANTES QUE EU ME ESQUEÇA
 E já que falei (de raspão) em Bobby Hackett, segue abaixo um tesouro extraído do blog UBU-SPACE (
http://ubu-space.blogspot.com/)


Lee Wiley / Bobby Hackett / Joe Bushkin - A Night in Manhattan
Columbia CL 6169 (10" LP)
http://rapidshare.com/files/40210953/WileyHackettBushkin_NightsInManhattan_1950_.rar

OUTRA PRECIOSIDADE - UM DUETO DE GIGANTES
Bobby Hackett & Billy Butterfield - Corcovado
http://www.4shared.com/file/19833784/7b75c8ff/Corcovado.html



Escrito por Carlos Reichenbach às 17h44
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   Exótico

 3 LPS RAROS DE ARTHUR LYMAN
[VIA XTABAY]

POLYNESIA
http://lix.in/86af4f

PUKA SHELLS
http://lix.in/3289c0

PARADISE
http://lix.in/6d9d85

E MAIS DUAS RELÍQUIAS

BWANA Á (fonte: Blog The Groove Grotto!)
http://rapidshare.com/files/30304783/Lyman.zip

BAHIA (fonte: Blog Mexicovers)
http://shuffle.sharebig.com/d/stwkklonv/0xpbqPZ3C71AFB905/Arthur_Lyman.zip.htm



Escrito por Carlos Reichenbach às 03h29
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   TAMBORO

"TAMBORO" NAS TELAS. QUANDO?

 Sérgio Bernardes Filho.

TAMBORO - Longa metragem de Sérgio Bernardes Filho
 Sinopse - Resultado de uma expedição que o cineasta Sergio Bernardes realizou pelo país ao longo de oito anos. A partir de um estoque de muitas horas de imagens, o diretor nos apresenta o seu documentário, síntese de um mergulho profundo no Brasil.O filme nos traz um panorama quase muralista de nossa civilização. Trilha sonora original de Guilherme Vaz.

 "Sim, foi-se o meu xará, autor de alguns filmes notáveis, a começar pelo primeiro, que ficou escondido desde 68, quando foi feito, e é o primeiro filme brasileiro sobre a luta armada. A opção de um intelectual em pegar em armas. Além do que como é de obrigação, o filme é lindo.
 Não o vi tantas vezes quanto queria, só o vi na época. O Serginho que  tinha sido a base da grua em A Grande Cidade com o Dib Lutfi nos altos ombros nunca fez como nunca fizemos os filmes que queríamos, mas fizemos.
 Tive o prazer de ver com ele o "Tamboro", seu último filme. Voces não vão acreditar mas o filme inteiro é de vários e ininterruptos travellings como se filmados num rasante de asa-delta tempos, espaços, coisas, gentes.
 Teria que revê-lo para poder falar. Fiquei absolutamente encantado com a  incessante e veloz magia visual, sonora, musical.
 A única possibilidade do cinema é o encantamento. Depois vem o resto: o entendimento, a reflexão, a lembrança. De que adianta fazer tantos filmes se não os deixam exibir. Faz mal não, algum dia exibe. 
 Saudades, compadre. S."
- Sérgio Santeiro

 "Tamboro é o urgente chamado brasileiro com a autêntica voz de Gaia para a mais vital mudança que cada um de nós deveremos empreender para mantermos nossa identidade Brasil no planeta. O longa metragem é uma sinfonia poética, enternecedora e bem humorada, onde se revela as cores, sabores e sons em imagens que o Brasil ainda desconhece. Dos filmes sobre a questão ambiental vigente, Tamboro é, de longe, o melhor de todos. Parabéns à toda equipe Tamboro. A humanidade agradece, deuses e deusas também." - Luciana Mesquita.

 "Uma noite das mais belas e chocantes imagens da alma brasileira à sua própria busca." - Othon Leonardos.

"Costume dizer que o longa metragem Tamboro é uma tempestade sobre outra tempestade. A primeira é o cinema mais recente; a segunda é o Brasil que já dura quinhentos anos. Tamboro pode ser considerada a obra prima da poética de Sergio Bernardes. Enfocando o Brasil, de surpresa, no sopetão e de "tocaia" semiológica, a câmera entra nos mais explosivos subterrâneos e simultaneamente nos mais belos pontos do Brasil, desde as relações sociais e pessoais até as relações como o território e a natureza em esplendor máximo, passando em questão de segundos das questões mais sombrias às mais luminosas, provocando calafrios aos espectadores, de norte à sul e de leste à oeste. É uma sucessão de tempestades de imagens e de seres de todos os tipos: homens, animais, anjos, demônios, árvores, rios e montanhas. É um tratado em tempestade sobre o Brasil contemporâneo em todos os seus aspectos e mesmo nos mais primitivos, rudes e primários até os mais arremessados e transcendentes entre todos. É como se algo parecido com um meteoro passasse pelo céu do Brasil, munido de uma câmera do ponto de vista universal. O espectador sente-se como se tivesse passado apenas um dia no Brasil, o "dia da tempestade". Este é o dia de Sergio Bernardes." - Guilherme Vaz

"... considero o filme TAMBORO de Sergio Bernardes o mais belo filme realizado sobre o Brasil e o seu povo. Um filme fácil de ver e difícil de descrever tamanha a quantidade de imagens de altíssima sensibilidade que nos entram por todos os poros, associada a uma leveza emocional suficientes para ficarmos simplesmente preenchidos de tudo que estamos e que não estamos, assistindo." - André Luiz Oliveira



Escrito por Carlos Reichenbach às 11h30
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   Saudades

SEMANA DE LUTO PARA OS EXPERIMENTADORES

 Faleceram nesta semana dois dos cineastas mais radicais e independentes dos anos 60: José Agrippino de Paula (HITLER TERCEIRO MUNDO) e Sérgio Bernardes Filho (DEZESPERATO).

AGRIPPINO DE PAULA
 Na quarta-feira, dia 4 de julho de 2007, faleceu na cidade de Embu das Artes, na Grande São Paulo, onde residia, o escritor e cineasta José Agrippino de Paula. Vítima de infarto, José Agrippino faria 70 anos no próximo dia 13 de julho.
 Autor de PanAmérica, seu mais famoso livro, Agrippino influenciou vários autores brasileiros, como por exemplo André Sant´Anna, e foi reverenciado nas décadas de 60/70 por gente como Caetano Veloso, que assina o prefácio de PanAmérica. 
 Sua obra tem sido republicada pela Editora Papagaio, que relançou em 2001 o PanAmérica e em 2004 o Lugar Público.
 Paula se definia como "filiando a pop art", ele escreveu contos, ensaios, peças de teatro, roteiro de shows musicais e espetáculos de dança.
 Também se dedicou aos romances e deixou muitos textos dispersos, sendo seu último texto o romance incompleto "Os Favorecidos da Madame Estereofônica".
 Hitler 3º Mundo, de José Agripino de Paula. Brasil, 1968/69.

BERNARDES FILHO
 Sérgio Bernardes Filho, que faleceu aos 63 anos, foi um dos diretores mais atingidos pela censura dos anos 60. Seu longa metragem DEZESPERATO, que abordava a questão da guerrilha, foi interditado para todo território nacional e nunca lançado comercialmente. Bernardes vinha nas últimas décadas se dedicando a "redescobrir" o Brasil, em permanente sintonia com o maestro e compositor Guilherme Vaz. Deixou inédito o longa metragem TAMBORO que, espera-se, seja mostrado no próximo Festival de Brasília.
 "Um dos mais audaciosos diretores de cinema do país e um dos mais audaciosos do cinema de maneira geral. Autor de inúmeros trabalhos que revolucionaram a concepção, a edição, a forma e o objetivo da obra cinematográfica. Uma de suas características principais é não usar a palavra como essencial, montando a sua obra sobre a imagem, o som, os ruídos e a música original, assim como um cinema que murmura antes da palavra. Esta sua característica lhe dá uma vantagem inominável que é o de evitar o desgaste do discurso da palavra comum e introduzir a imagem com todo o seu impacto primordial que, somados, valem por centenas de palavras. Esta é sua característica primordial e singularidade. Seu trabalho apóia-se nos dois pilares do cinema: a imagem selvagem tal como ela é tomada na primeira vista, e o som. Um artista revolucionário, apóia e produz com outros artistas revolucionários, fortemente ligados ao cinema experimental brasileiro e à todas as questões de frente da sociedade onde se cria. Entre os seus títulos, destacam-se três longas metragens: Desesperato, Madre Perola e Tamboro, numa difícil e enorme poética que conquistou através de muitos anos de árduo trabalho e dezenas de viagens aos limites máximos do Brasil. Captador de imagens do Brasil, ímpar entre os seus pares, no qual filmou os mais remotos e inacreditáveis cenários, alguns deles vistos anteriormente nesta dimensão como as cachoeiras do Urariquera no Amazonas, o complexo do Monte Roraima, o Raso da Catarina dos sertões da Bahia, tendo chegado ao limite dos desafios técnicos e vitais nestas filmagens." -
http://www.mitoludens.com.br/
 No site MITOLUDENS tem um belíssimo poema-réquiem dedicado ao cineasta-poeta, escrito por Eliana Carneiro.

 "A partida prematura de Sergio Bernardes ontem, dia 06 de julho de 2007, paradoxalmente deixa o Brasil mais pobre como resultado da sua ausência física e mais rico com o recebimento do seu legado artístico. Não digo isso de forma generalizada para lamentar a perda de um grande artista. Digo, especificamente, porque considero o filme TAMBORO de Sergio Bernardes o mais belo filme realizado sobre o Brasil e o seu povo. Um filme fácil de ver e difícil de descrever tamanha a quantidade de imagens de altíssima sensibilidade que nos entram por todos os poros, associada a uma leveza emocional suficientes para ficarmos simplesmente preenchidos de tudo que estamos e que não estamos, assistindo. Quando falei ao final da seção, com toda a sinceridade o que eu achava do seu filme (graças a Deus tive tempo de falar isso), vi o menino de sempre arregalar os olhos de baixo pra cima na sua habitual timidez e complexa humildade, não saber direito administrar o que ouvia e num gesto condescendente, meio sem graça, esboçou quase uma admoestação: - "...fala baixo, fala baixo!".  - ANDRÉ LUIZ OLIVEIRA (07/07/2007)

DEZESPERATO
( Rio de Janeiro, 1968, p&b, 90’ )
Direção: Sérgio Bernardes Filho
Roteiro: Sérgio Bernardes Filho e Leopoldo Serran
Elenco: Marisa Urban, ítalo Rossi, Norma Bengell, Raul Cortez, Ferreira Gullar, Fernando Campos
 Antônio é um autor recluso que acaba de redigir um livro diferente dos que costumava escrever, contando a história patriótica de Severino, um heróico líder popular que luta por ideais de liberdade. Ao mesmo tempo em que se identifica com a empolgação do personagem, Antônio vive em meio ao tédio da vida burguesa, da alta sociedade, na qual é inserido pela bela esposa.



Escrito por Carlos Reichenbach às 04h34
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