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INVENTÁRIO IMAGÉTICO
FALSA LOURA - OS CÚMPLICES

SARA SILVEIRA & MARIA IONESCU - PRODUTORAS

Da esquerda para a direita: Maria Ionescu (Produtora Executiva), o diretor e Sara Silveira (Produtora).

A ambientação desta cena foi inspirada no filme O QUARTO HOMEM, de Paul Verhoeven ("A lua é uma mulher."). A lua foi aplicada digitalmente, após a montagem.
JACOB SOLITRENICK - DIRETOR DE FOTOGRAFIA E OPERADOR DE CÃMERA


CRISTINA AMARAL - MONTADORA

DANIEL CHAIA - DIRETOR ASSISTENTE


Carolina Ghidetti Costa (estagiária de direção, Daniel Chaia e Letícia Tauffenbach (continuísta).
VERA HADDAD - ASSISTENTE DE DIREÇÃO

Vera Haddad, de óculos escuros.
ALETHEA SILVESTRE - ASSISTENTE DE DIREÇÃO

Alethea Silvestre e Marcos de Noronha (chefe-eletricista)
GABRIELA CUNHA - OPERADORA DE SOM DIRETO

VALDY LOPES - DIRETOR DE ARTE

CASSIO BRASIL - FIGURINO

MARCOS LEVY - COMPOSIÇÃO E ARRANJOS DA TRILHA POP


Marcos Levy, Cauã Reymond e Raoni Carneiro ensaiam a música "Noites Vazias", de Paulo Ricardo.
NELSON AYRES - DIREÇÃO MUSICAL

NELSON AYRES - ARRANJOS E REGÊNCIA DA PARTE ROMÂNTICA E CLÁSSICA DA TRILHA.

NELSON AYRES - COMPOSIÇÃO DA TRILHA ORQUESTRADA.

AÍTON MONTEIRO (de Fortaleza) - ESPECTADOR, BLOGUEIRO, CINÉFILO.

Ele não trabalhou no filme, mas está aqui como homenagem ao leitor mais fiel do Blog (e por andar sempre muito bem acompanhado).
Escrito por Carlos Reichenbach às 21h35
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Compartilhar é tudo.
FÓRUM CORSÁRIO

Entre os novos endereços de compartilhamento inclusos nos meus links (http://www.olhoslivres.com/links.htm), um em especial se destaca, o REBELDE MULE http://www.nodo50.org/rebeldemule/foro/ Além de filmes raríssimos o forum disponibiliza pedagogía libertária, e-books, comics, fanzines e muita contrainformação. Entre os filmes disponibilizados para compartilhamento, destaque para: "Antonio Gramsci, I giorni del carcere" (Lino del Fra - 1977), premiado em Locarno. "Historia de Ulrike Meinhof" (1994), documentário de Timon Koulmasis, amigo de infância da filha de Ulrike Meinhof. O filme foi rejeitado por todas as instituições oficiais de cinema da Alemanha. "Baader-Meinhof: In Love with Terror", documentário de Ben Lewis. "Kill Your Idols" (Scott Crary - 2004) "Cancer" (Glauber Rocha - 1972) - Para localizar o e-link é preciso entrar na filmografia de Glauber. O acesso é propositalmente complicado. "Un Hombre llamado Flor de Otoño" (Pedro Olea - 1978), sobre um notório anarquista gay espanhol. "Grands soirs et petits matins (El Espiritu de mayo del 68), de William Klein (o melhor documento filmado sobre os eventos de Maio).

No tópico relativo a filmes existe um subfórum dedicado exclusivamente ao cinema soviético com links para edk2 de preciosidades como: Réquiem para Lenin (Dziga Vertov, 1934) Arsenal (Aleksandr Dovzhenko, 1928) O Desertor (Vsevolod Pudovkin - 1933) A infãncia de Iván (Andrei Tarkovsky 1962 El arrepentimiento (Abuladze Tengiz - 1984) La comisaria (Aleksandr Askoldov - 1967), que foi vítima da censura de Breznev. Sayat Nova (Sergei Paradjanov - 1968)
No REBELDEMULE podem ser encontradas também as famosas "Historietas de Rius"; entre elas, "Manifesto Comunista Ilustrado", "La Trukulenta Historia del Kapitalismo". e "Lenin para Principiantes". Não esqueça de baixar o genial Grant Morrison e seu clássico "Mate seu Noivo".
GARIMPAGEM VIRTUAL

Entre as raridades garimpadas esta semana, pelo editor do blog, nos fóruns de compartilhamento: Sérieux comme le plaisir (1975), o segundo, último e simpático exercício de mise-en-scene de Robert Benayoun; o severo editor da revista POSITIF. Strangers When We Meet aka O Nono Mandamento(1960), o bonito melodrama de Richard Quine, com Kim Novak e Kirk Douglas. Let's Scare Jessica to Death aka Sonhos Alucinantes (1971), o atmosférico e assustador filme de estréia de John D. Hancock; que nunca mais repetiu a façanha de realizar uma obra relevante. Babaouo (1997), o ultra-surrealista longa metragem de Manuel Cussó-Ferrer, com roteiro de Salvador Dali. Insiang (1976), que representou as Filipinas em Cannes e ainda é considerado o melhor filme Lino Brocka. Due marines e un generale (1966), de Luigi Scattini. A espantosa (e engraçada) chanchada-happening, que reuniu Buster Keaton com a dupla Franco Franchi e Ciccio Ingrassia.
Escrito por Carlos Reichenbach às 01h19
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MANIFESTO
GOVERNO AMEAÇA SESC
A proposta é criar um fundo para formação profissional. Danilo Miranda, diretor regional do SESC-SP alerta: “tornar a Educação meramente técnica, burocrática e pragmática, dissociando-a do universo simbólico, subjetivo, crítico e criativo, cerne da Ação Cultural, é um evidente retrocesso, fruto de visão flagrantemente obscurantista”
Acompanhe o debate em: http://www.culturaemercado.com.br/setor.php?setor=6
A HORA É ESSA!
A discussão sobre o projeto de lei para expansão do Ensino Técnico, proposta pelo Governo Federal, está cada vez mais polêmica.
A carta-aberta do diretor regional do SESC, em São Paulo, Danilo Miranda, está, a cada minuto que passa, com mais assinaturas.
Quem puder/quiser se manifestar nos BLOGS que abriram a discussão, é uma excelente oportunidade de levar adiante a questão do desvio dos 33% dos recursos do SESC para custear o projeto Federal, em prejuízo da reconhecida ação cultural e educacional da Instituição.
e quem não assinou o abaixo-assinado, ainda é tempo, http://www.petitiononline.com/gg1jg2fh/petition.html e quem quer mais informação antes de opinar, http://www.sescsp.org.br/sesc/intervencaoSESC/index.html
Escrito por Carlos Reichenbach às 19h21
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Informes dos Amigos.
VALENTE NO RIO FAN

IL BUOSCO FUORI ("Last House on the Woods"), de Gabriele Albanesi.
1. No primeiro dia, uma boa sessão de curtas apresentou pelo menos uma obra-prima (o francês L'Immature, dirigido por Adrian Smith), e dois filmes bem interessantes (o americano Na Parede/In the Wall e o espanhol Avant Petallos Grilados). Depois, a competição de longas abriu com o também espanhol Cronocrimenes - que, como a maior parte do que se faz em cinema fantástico na Espanha ou Japão hoje, já foi comprado pra refilmagem nos EUA. Com certeza, aliás, os americanos vão tirar o melhor do filme (o humor um tanto incômodo e um certo sentido de vida comum) e ficar só com o que há de mais "funcional" e limitador - leia-se o jogo de quebra-cabeças do roteiro.
2. No segundo dia, a competição apresentou dois filmes na vertente do horror gore que pode ser lido a partir de tintas sócio-políticas. O primeiro, o italiano IL BUOSCO FUORI, de Gabriele Albanesi me impressionou acima de tudo pela aposta na escuridão quase total da fotografia, mas tambem pela maneira como lidou com a idéia da protagonista positiva, um joguete total na mão de uma série distinta de maníacos. Os mais radicais fãs do cinema extremo fizeram pouco do filme dizendo que ele era chupado de vários clássicos, mas como eu me preocupo menos com originalidade do que com capacidade de realização, gostei bastante. O segundo era um filme paquistanês (!!), ZIBAH KANA, que leva a melhor quando é irônico do que quando é sério. neste sim, até pela falta de "tradição" mesmo no local, sente-se mais a falta de um quê pessoal e particular. Mas, está longe de ser desinteressante. Finalmente, a sessão de meia-noite trouxe um filme na tradição da comédia satírica de tintas gore-políticas (o americano BLOOD CAR), que tem sua parcela de boas piadas e cenas de sangreira adequadamente "do mau" (o protagonista matando animais domésticos com uma espingarda de chumbinho talvez seja a melhor), mas que precisa se esforçar bastante para manter sua idéia no ar pelos quase 80 minutos de duração.
3.
Problemas técnicos ontem no projetor digital, fizeram com que, numa vingança do analógico, os organizadores do festival tivessem que mudar a programação para exibir um filme com cópia em película. Com isso, a competição exibiu, ao invés do programado filme canadense, o chileno MIRAGEMAN, que foi uma deliciosa surpresa. Trata-se de um filme de super-herói sem super-poderes, um super-herói de terceiro mundo (que faz seu próprio uniforme), que consegue dosar comédia, comentário social (as intervenções do aparalho midiático são especialmente boas) e ótimas cenas de lutas, com coreografias fortes e trabalho de câmera/montagem idem. Se algumas poucas coisas derrapam (como a relação do herói com o irmão menor), o filme surpreende de vez com um final bastante sombrio em que a brincadeira se torna sangrenta e obsessiva.
4.
Voltando ao boletim, já que no domingo o filme de horror passou aqui na TV da minha casa (Flamengo 3x1 Botafogo) e fiquei com medo de encontrar os zumbis sedentos vagando pelas ruas depois... O mórbido programador Fernando Veríssimo me fez desmarcar compromisso previamente assumido para a noite desta segunda sob a imposição de que END OF THE LINE era filme pra ver no cinema. Sabiamente, obedeci, e o cara tava mais que certo. O filme é escrito, produzido, dirigido e montado pelo mesmo cara que assina sob o nome Maurice Deveraux Productions. Mas, com isso tudo, está longe de ser um filme pequeno, seja em ambição, em aparência ou principalmente em concretização. É o filme de horror que vem mostrar com todas as letras quão medíocre e sem sangue (em todos os sentidos) a produção hollywoodiana recente é. Domínio absoluto de ritmo, mise-en-scene, trabalho de atores, e acima de tudo aquele equilíbrio delicado (que aliás vários filmes da competição têm conseguido acertar) entre saber rir de si mesmo sem jamais fazer com isso que o filme diminua na ressonância de temas e terror no espectador. Filmaço.
5.
Hoje a competição internacional apresentou o primeiro filme que eu realmente não curti, numa seleção que tem se revelado muito forte. Trata-se do chileno LA VIDA ME MATA, que deixou de lado o peso da maioria dos filmes anteriores para propor um olhar agri-cômico sobre personagens tentando lidar com a morte. Não que o filme não tenha sua dose de boas idéias, mas entre uma excessiva esperteza indie (da qual a foto PB é só um dos sinais) e os atores bem pouco carismáticos, o filme me deixou totalmente distante e frio. O que não se pode dizer, claro, de O FIM DA PICADA, do Christian Saghaard, que teve sua estréia mundial hoje. Sobre o filme, o Carlão já falou abaixo, mas deve ser dito que é uma experiência absolutamente única no cinema brasileiro atual - e só isso já é uma tremenda qualidade.
por EDUARDO VALENTE - editor do site CINÉTICA http://www.revistacinetica.com.br
ADEUS A TUIO BECKER Caros amigos, faleceu ontem, depois de longa enfermidade, o crítico de cinema gaúcho Tuio Becker, um dos maiores profissionais da área aqui no Rio Grande do Sul. Um grande cara que foi embora cedo demais.
- por Marcus Mello (editor da revista TEOREMA)
Vale lembrar que, além de um crítico de cinema sensível e atento às inovações de linguagem, Tuio Becker foi um dos melhores diretores de fotografia gaúchos. Ele dominava à perfeição as nuances do preto e branco e do 16 milímetros, como pode ser comprovado no "fassbinderiano" curta metragem A DIVINA PELOTENSE (1984), de Sergio Silva . Em 1990, Tuio assinou - em parceria com Sergio Silva - o longa metragem "Heimweh/Nostalgia", sobre a colonização alemã no Rio Grande do Sul.
"De sã consciência ninguém planeja criar uma obra-prima. Mas a ambição de cada cineasta é de que seu filme permaneça, dure além de sua vida, do seu tempo." - TUIO BECKER
Escrito por Carlos Reichenbach às 23h04
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