PREVIEW

EM JUNHO, NA SESSÃO DO COMODORO



Escrito por Carlos Reichenbach às 11h14
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   NOVAS DICAS

PEQUENO LIVRO SOBRE UM GRANDE FILME


NOVOS ENDEREÇOS DE COMPARTILHAMENTO ANEXADOS AO LINKS

AVENIDA LIBERTAD

http://www.avenidalibertad.es/index.php

 Fórum em espanhol dedicado exclusivamente a filmes de temática homossexual. Para ter acesso às "descargas" ed2k e ao fórum é preciso se inscrever. A confirmação é rápida.

AVISTAZ - ASIAN TORRENTS

http://bt.avistaz.com/index.php

 Excelente fórum dedicado ao cinema asiático. Como o nome já diz, as descargas são feitas a partir de torrents (é preciso programas como u-Torrent, Azureus ou equivalente). É preciso se inscrever e a confirmação vem rápida.

BLOW MY EYES

http://www.blowmyeyes.com

 Fórum castelhano de Elinks. Cinema internacional com olhar inteligente. O endereço, normalmente,  possui links para subtítulos em espanhol e exige inscrição (com rápida confirmação de adesão).

FORAJIDOS DE LEYENDA
 
http://www.fdlwest.com

 Este fórum parece ter sido criado especialmente para o Heráclito Maia (e seus confederados). Endereço castelhano com elinks de faroestes clássicos (e outros nem tanto). Para ter acesso às "descargas" e ao fórum é preciso se inscrever. (Atenção: a confirmação é muito demorada; se vier!)



Escrito por Carlos Reichenbach às 15h19
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   Pré-Estréia

FILME SURPREENDENTE CONFIRMA ATOR MAGISTRAL

 Os primeiros segundos de Irandhir Santos em AMIGOS DE RISCO.

 Publicado no FOLHA DE PERNAMBUCO e no site CINEMA ESCRITO, em 30-abril-2008.

Sobre AMIGOS DE RISCO - filme de Daniel Bandeira
por CARLOS REICHENBACH

 Histórias de amizades incômodas já renderam alguns filmes notáveis como, por exemplo, O AMIGO AMERICANO, da época em que Wim Wenders ainda era inspirado.
 AMIGOS DE RISCO, o longa metragem de estréia de Daniel Bandeira, parece beber da mesma fonte, mas, de certa forma, vai muito além do exercício noir do diretor alemão. Wenders buscava o distanciamento do espectador nos eventos irreversíveis; Bandeira faz da câmera um quarto personagem, colocando quem acompanha o filme no papel de testemunha ativa do calvário dos protagonistas.
 As aventuras (ou desventuras) de dois jovens, que atravessam a cidade à noite, tentando levar um amigo ao hospital, são narradas com a mesma intensidade de um filme de horror. No caso, não é medo que sentimos, mas aflição. Num determinado momento do filme, somos convidados a experimentar sensações extremas de insegurança, angústia e impotência.
 Pode-se dizer que o filme se divide em duas partes - subvertendo a construção convencional de três atos. Os primeiros quarenta minutos apresentam os três protagonistas na cadência de uma crônica urbana, dentro da premissa de Montaigne: "Não se consegue o universal senão através do ultra local.". Sabemos que o filme foi rodado em Recife somente pelo sotaque dos atores. Bandeira teve a sabedoria de escolher locações que poderiam ser encontradas em qualquer periferia, seja de São Paulo, Porto Alegre, Rio de Janeiro, ou mesmo Paris. A solidão em família, o vazio do trabalho indesejado e a inconveniência de um amigo desleal são feridas universais.
 É na segunda parte, a longa jornada noite adentro rumo ao inesperado, que o filme inova e emociona. Sem o grilhão da amarração narrativa, Bandeira investe exclusivamente na criação de atmosferas. A impressão neste momento é a de que nos é arrancada a plataforma dos pés, nos obrigando o vôo livre em direção ao inesperado. Isto é o que eu chamo de cinema.
 A opção em deixar a câmera agir livre e solta em relação aos atores me lembrou bastante outros dois ótimos filmes: O INVASOR, de Beto Brant, e MEU MUNDO EM PERIGO, de José Eduardo Belmonte. Alem do que, em O INVASOR somos também abandonados na madrugada de uma cidade às moscas, e no filme de Belmonte é a fatalidade que oferece algumas revelações.
 Mas AMIGOS DE RISCO, curiosamente, me remeteu ainda mais à tradição social, amarga e sem firulas da dramaturgia de Gianfrancesco Guarnieri; especialmente do episódio por ele dirigido no longa metragem VOZES DO MEDO (concebido por Roberto Santos). Neste contundente segmento, Guarnieri mostra um pequeno grupo de operários que, no dia do pagamento, saem para tomar umas e outras, assistir strip-tease e, quem sabe, "pegar" mulher. A peregrinação noturna deixa também um saldo negativo e doloroso.
 O mérito mais evidente do filme de Daniel Bandeira é a credibilidade de seus protagonistas. Além de bem dirigidos e convincentes, eles imprimem com exuberância a patética angústia do "povo amante" sem sorte ou futuro. Nada mais brasileiro.
 No mais, é preciso destacar a participação magistral do ator Irandhir Santos (o amigo incômodo), revelado em BAIXIO DAS BESTAS. Não é exagero afirmar que se trata de um dos melhores atores brasileiros da nova geração. Bastam dois segundos de Irandhir na tela para que a intuição do espectador detecte a proximidade do abismo.
 Para aqueles que enxergam o cinema como uma aventura emocionante de descoberta humana, AMIGOS DE RISCO é uma experiência inesquecível.



Escrito por Carlos Reichenbach às 22h39
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   CINEMA DO INSTINTO & JERRY LEWIS

MOSTRA "NAS BORDAS DO CINEMA BRASILEIRO"

 A Mostra "Nas Bordas do Cinema Brasileiro", realização conjunta do IV Encontro Científico Anhembi Morumbi e  Mestrado em Comunicação, promoverá entre 27 e 30 de maio a exibição gratuita de 10 filmes de realizadores autodidatas de várias regiões do país, moradores de cidades pequenas ou de arredores das grandes capitais.
 É a mais significativa reunião até hoje de filmes brasileiros chamados pejorativamente (e também erroneamente) de trash, sobre os quais a mostra pretende lançar uma nova luz. Nesses trabalhos, a estrutura cinematográfica articula-se sobre modos artesanais e independentes de realização, com parcos investimentos econômicos e recursos técnicos precários, como a utilização de câmeras baratas, atores não profissionais, cenários toscos ou naturais, além de circulação caseira ou em salas quase sempre improvisadas, sempre com sucesso de público das comunidades envolvidas.

 São filmes que misturam a cultura popular, o massivo, o regional em produções que se tornam possíveis pelo surgimento de uma tecnologia acessível, em termos econômicos, e que se caracterizam, como modo de produção, como uma contracorrente da produção habitual, concentrada cada vez mais em grandes orçamentos.

 Trata-se antes de mais nada de um cinema da vontade de fazer cinema, que respeitam as convenções da ficção de gênero, nas quais é possível discernir assuntos que dizem respeito aos habitantes e costumes locais, misturados a imagens e sons reiteradamente vistos e ouvidos em produtos da indústria do entretenimento.
 Fazem parte da Mostra os conhecidos Afonso Brazza, de Brasília, o homenageado que abre o programa com o faroeste Gringo Não Perdoa, Mata, e o pernambucano Simião Martiniano, do fantástico A Rede Maldita, ao lado de jovens realizadores do sul do país, fissurados por filmes de terror e canibalismo como o irreverente Petter Baierstorf, de Santa Catarina, de Zombio, e o paulista Joel Caetano, autor de Minha Esposa É um Zumbi.

 A mostra é gratuita e os filmes serão apresentados por especialistas.

Programação

27/05 : 19hs30

Recuerdos da República (2002), de Marcos Bertoni, São Paulo/SP, 6 min.
Dois policiais de baixa patente fazem a crítica de uma exposição de artes plásticas sobre os generais da ditadura.

Gringo não perdoa, mata (1995), de Afonso Brazza, Brasília/DF, 78 min.
Santa Rita é uma cidade miserável onde um xerife corrupto impera. O povo da cidade depende da chegada de uma grande soma em dinheiro, que é roubada por Paco e seu bando de aventureiros inescrupulosos e sanguinários contratados pelo xerife. Este infiltrou uma mulher no bando de Paco para roubar-lhe o dinheiro. Um gringo segue os passos do bando e da mulher.

28/05: 11hs00 às 14hs00 e 19hs00 às 23hs00

Rambú III, o rapto do Jaraqui Dourado (2007), de Manoel Freitas, Junior Castro & Adilamar Halley, Manaus/AM, 32 min.
Um grupo comandado por Pablo Papapó rouba o Jaraqui Dourado, mas não sabe como usá-lo. O Pajé, guardião do amuleto sagrado, convoca Jhon Rambú para recuperá-lo. Em suas peripécias para reaver o amuleto, Rambú é seqüestrado por um bando de drag queens, comandado por Put Laine e Put Lene, que também querem conhecer o segredo do Jaraqui Dourado. Rambú passa por uma série de peripécias para recuperar o amuleto que, se for usado para fazer o mal, poderá significar o fim do planeta.

A bruxa do cemitério (2004), de Semi Salomão Neto, Apucarana/PR, 45 min.
Em uma festa regada a muita bebida, heavy metal e drogas, promovida por um grupo de amigos, Lisa, uma viciada em cocaína, desconfia que sua amiga Andréia tenha roubado um papelote da droga de dentro de sua bolsa. As duas brigam violentamente e Lisa acerta um golpe em Andréia, ela bate com a cabeça na quina de uma mesa e morre. O grupo de amigos faz um pacto de silêncio e livra-se do corpo. A partir deste momento, coisas estranhas começam a acontecer.

A rede maldita (1991), de Simião Martiniano, Recife/PE, 123 min.
Luciano e Sofia são um casal de agricultores que vive em terras arrendadas do Coronel Sartú. Numa noite, Luciano recebe dos espíritos uma “botija” contendo moedas de ouro e prata. Ao tentar pagar dívidas que tem com o coronel com as moedas, este as reconhece e reivindica a posse alegando que elas foram achadas em suas terras.

29/05: 11hs00 às 14hs00 e 19hs00 às 23hs00

O homem sem lei (2006), de Manoel Loreno, Mantenópolis/ES, 72 min.
O pai de Bryan foi morto por Wilton e seu bando, agora ele quer se vingar. Bryan sai então a caça do pistoleiro que deixa um rastro de cadáveres por onde passa. Depois de muito perseguir Wilton, Bryan se vê frente a frente com o “homem sem lei”, pronto para vingar a morte do pai e livrar a cidade daquele facínora.

Canibais & solidão (2006), de Felipe M. Guerra, Carlos Barbosa/RS, 100 min.
Virgem aos 18 anos, Rodrigo passa suas noites entre “canibais e solidão”: vendo sangrentos filmes de canibalismo e sonhando com um grande amor. Aliado aos seus amigos Eliseu e Marcelo, ele busca os conselhos de um rapaz mais experiente em pegar garotas.

30/05: 11hs00 às 14hs00 e 19hs00 às 23hs00

Zombio (1999), de Petter Baierstorf, Palmital/SC, 45 min.
Um casal a fim de diversão chega a uma ilha paradisíaca e logo descobre que o lugar não é tão deserto quanto imaginava. Hordas de mortos-vivos sedentos de sangue, liderados por uma bela sacerdotisa, partem para cima dos namorados, que empreendem uma fuga desesperada mata adentro.

Minha esposa é um zumbi (2006), de Joel Caetano, São Paulo/SP, 24 min.
Determinado a revigorar seu desempenho sexual, o faxineiro de um laboratório rouba poção inventada por cientista. Inadvertidamente, sua esposa ingere a tal bebida que produz um terrível efeito colateral.

O suicídio (2007), de Pedro Onofre, Maceió/AL, 100 min.
Frederico é um jornalista desempregado que vive com a mulher, Roberta, e a cunhada, Berenice, em um lar em crise e mergulhado na pobreza. Roberta, moça burguesa de família tradicional, costura para fora para pôr comida na mesa; Berenice, adolescente de 17 anos, envereda por uma vida desregrada e acaba caindo na prostituição. Frederico acredita que a única saída é a morte, mas não consegue cometer suicídio. Roberta se enche dessa vida, abandona Frederico e volta para a casa dos pais. Berenice assume que gosta do marido da irmã e os dois viram amantes. Em pouco tempo, eles se tornam alcoólatras e dependentes de drogas e caem nas malhas de criminosos.

Os realizadores

 Petter Baiestorf – (Palmitos-SC) cresceu em Vila Oldemburgo convivendo com agricultores e operários da indústria madeireira e de cerâmica. Fundou em 1991, com o amigo E.B. Toniolli a Canibal Produções que, em 1996, virou Canibal-Mabuse Produções (com Cesar Souza). Em 2000, a produtora adotou o nome de Canibal Filmes, sendo responsável, nesse percurso, por mais de 100 produções, entre curtas e longas, nos mais diversos formatos (VHS, S-VHS, Supewr Oito, Digital, 16mm, 35 mm). Dentre essa variada produção destacamos Criaturas Hediondas (1993), O Monstro Legume do Espaço (1995), Eles Comem sua Carne (1996), Gore Gore Gays (1998), Zombio (1999), Raiva (2001) e o atual A Curtição do Avacalho. É autor, junto de Cesar Souza, do Manifesto Canibal (2002), "uma declaração de guerra dos que nada tem e tudo fazem contra os que tudo tem e nada fazem".

 Felipe do Monte Guerra (Carlos Barbosa-RS) é jornalista e colaborador da revista eletrônica Boca do Inferno, especializada em filmes de horror. Sua produtora, a Necrófilos Produções Artísticas, criada em 1996, ficou famosa nacionalmente em 2001, quando lançou o cultuado longa-metragem Entrei em pânico ao saber o que vocês fizeram na Sexta-feira 13 do verão passado, uma comédia de horror de baixíssimo orçamento (consta que custou cerca de 250 reais), realizada em VHS e estrelada por parentes e vizinhos de Felipe. A produção foi um grande sucesso local. Fã de Ivan Cardoso, José Mojica Marins e outros cineastas brasileiros dedicados ao horror, Felipe até gostaria de fazer filmes mais sérios e de produção mais sofisticada, mas reconhece que, sem orçamento, seu trabalho tem maior viabilidade ligando-se à comédia trash. Canibais & Solidão, é uma “comédia romântica com sabor especial” estrelada por Rodrigo M. Guerra e Edna Costa.

 Joel Caetano (São Paulo), diretor, roteirista, produtor e editor profissional fundou em 2001 (com Mariana Zani e Danilo Baia) a Recurso Zero Produções, que realizou mais de 10 curtas de diversos gêneros, superando com criatividade e competência a falta de recursos. Nos últimos anos, vem se especializando em filmes de terror com um toque de humor sarcástico usando várias referências, principalmente os filmes de baixo orçamento da década de 1970.
 Em festivais, foi  vencedor 2 anos consecutivos da Mostra de Cinema Fantástico de Ilha Comprida pelo júri popular com os filmes "Minha Esposa é um Zumbi (2006)" e "Junho Sangrento (2007)", e o seu trabalho vem sido reconhecido e bem aceito pelo público.

Mostra Nas Bordas do Cinema Brasileiro
27 a 30 de Maio de 2008
Sessões: 11h às 14hs e 19h às 23h
Local: Universidade Anhembi Morumbi – Campus Centro.
Sala de Cinema – 1º. Andar
Rua Dr. Almeida Lima, 1134 – Brás.
Metrô Bresser

Realização:
Diretoria de Pós Gradução e Pesquisa e Mestrado em Comunicação


CINECLUBE EQUIPE EXIBE O HUMOR ZEN DE JERRY LEWIS

 O Cineclube Equipe, projeto sem fins lucrativos do Instituto Equipe Cultura e Cidadania, realiza neste sábado 17 de maio de 2008 a quarta sessão do Panorama Experiências do Cinema. O tema da sessão é o cinema de Jerry Lewis: será exibido às 16h, o filme O Terror das Mulheres, escrito, dirigido e estrelado pelo comediante norte-americano Jerry Lewis. Às 18h, haverá debate que abordará a obra do comediante hollywoodiano sob o ponto de vista do cinema experimental, com os críticos Francis Vogner dos Reis e Paulo Santos Lima. Serão disponibilizados livros para consulta e murais informativos sobre o tema, além de venda de apostilas com textos de apoio ao panorama e sorteio de livro. A sessão tem colaboração sugerida de R$4,00 e acontece no auditório do Colégio Equipe (R. Bento Frias, 223 - Pinheiros, São Paulo/ tel. 3814-2188).
 
Os debatedores
 Francis Vogner dos Reis é jornalista e crítico, foi editor da revista eletrônica Cine Imperfeito e escreve para a revista Cinética e Paisá.  Além de ser educador na área audiovisual, ultimamente anda se arriscando em produção de cinema.
 Paulo Santos Lima é crítico de cinema e jornalista, redator fixo da revista Cinética, curador de mostras de cinema para o CCBB e colaborador da Folha de S. Paulo.

 Cineclubinho Equipe
 Mais cedo, no mesmo dia, às 10h30, o Cineclubinho Equipe exibirá Fantasia (1940) de Walt Disney. Após a projeção, será realizado sorteio de livro e atividade lúdica com música. (Colaboração sugerida: R$2,00)
 
 Panorama Experiências do Cinema
 O ciclo se propõe a estudar o(s) cinema(s) experimental(is), confrontando diferentes pontos de vista sobre o experimentalismo e as vanguardas. Como não há "um" cinema experimental, a programação foi pensada de maneira não cronológica (para excluir a idéia de progressão, história uma), pautada em sessões que podem se contradizer entre si, pois estamos nos debruçando sobre algo que não é certo. A idéia, mais do que nunca, é que os espectadores acompanhem todas as sessões e desenvolvam idéias a partir dessa questão de um ponto de vista amplo e o objetivo do panorama é colocar em questão a relação dos espectadores com os filmes e destes com a vida.

 A próxima (e última) sessão do panorama será em junho: o cinema experimental contemporâneo, com a exibição de Mal dos Trópicos, do cineasta tailandês Apichatpong Weerasethakul, e debate com Felipe Bragança e Luiz Carlos Oliveira Jr.



Escrito por Carlos Reichenbach às 15h41
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